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terça-feira, agosto 25, 2026

Dólar sobe 0,14% a R$ 5,11, mesmo com inflação menor e queda do petróleo

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Dólar oscila em R$ 5,11 com olho no Fed (Foto: Instagram)

Nesta terça-feira (28/7), o dólar apresentou uma alta de 0,14% em relação ao real, sendo cotado a R$ 5,11. Apesar da variação ser pequena, o câmbio se mantém estável. Na segunda-feira, a moeda americana já havia subido 0,60% frente à moeda brasileira.

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Um dos fatores principais nos mercados de câmbio e ações, o Oriente Médio, tem perdido força desde o último fim de semana. Isso ocorre à medida que crescem as expectativas de uma solução diplomática para o conflito entre Estados Unidos e Irã.

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Contudo, a perspectiva de resolução ainda é incerta, e os problemas no escoamento de petróleo no Estreito de Ormuz persistem. Além disso, o Irã continua negando a existência de negociações com Washington.

Mesmo assim, os preços do petróleo caem, mas de forma menos acentuada do que no dia anterior, quando houve uma queda de mais de 10%. Na manhã de terça-feira, o barril de Brent, referência internacional, caiu 1,60%, chegando a US$ 84,50. O West Texas Intermediate (WTI), que é referência nos EUA, teve uma queda de 1,26%, cotado a US$ 81,57.

A atenção dos mercados agora se volta para a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve, que ocorrerá nesta quarta-feira (28/7). Nessa reunião, será decidida a nova taxa de juros dos EUA, atualmente entre 3,50% e 3,75%.

Entre os analistas, há consenso sobre a provável manutenção das taxas atuais (64,2% de chances). A dúvida está no que o Fed indicará para a próxima reunião em setembro, onde há uma tendência (55,4% de chances) de um aumento de 0,25 ponto percentual, elevando a taxa para entre 3,75% e 4,00%.

No cenário doméstico, os investidores observaram a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que é a prévia da inflação oficial do Brasil. Em julho, o índice subiu 0,06%, após um aumento de 0,41% em junho, conforme divulgado pelo IBGE nesta terça-feira. No acumulado do ano, o IPCA-15 teve alta de 3,51% e, em 12 meses, de 4,52%.

Os números ficaram abaixo das expectativas do mercado, que previa um aumento de 0,20% na taxa mensal e de 4,67% em 12 meses.

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