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sexta-feira, agosto 7, 2026

Universitária descobre tumor cerebral após sintomas serem atribuídos ao estresse

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A universitária Gillian Keating, de 21 anos, começou a sentir fortes dores de cabeça e náuseas no fim de 2025. Como estava em período de provas, os sintomas foram inicialmente associados ao estresse acadêmico.

No entanto, as crises se intensificaram, chegando a provocar desmaios. Preocupada com a piora do quadro, ela buscou uma segunda avaliação médica, que solicitou uma ressonância magnética.

Diagnóstico inesperado

O exame revelou um tumor cerebral benigno de aproximadamente cinco centímetros, localizado no lobo frontal esquerdo — região responsável por funções como pensamento, movimento e fala.

Apesar de benigno (não cancerígeno), o tumor exercia pressão significativa sobre o cérebro, o que explicava a intensidade dos sintomas.

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Cirurgia e recuperação

Após o diagnóstico, Gillian foi encaminhada ao pronto-socorro e passou por uma craniotomia de seis horas para remoção da massa. O procedimento foi considerado bem-sucedido.

Mesmo assim, os médicos indicaram tratamento complementar, como radioterapia, para reduzir o risco de recorrência.

Por causa da cirurgia e do período de recuperação, a estudante precisou:

  • Trancar o semestre da faculdade;

  • Adiar a formatura;

  • Postergar o início de um emprego já confirmado.

Sintomas que merecem atenção

Tumores cerebrais podem apresentar sinais inespecíficos, como:

  • Dores de cabeça persistentes e progressivas;

  • Náuseas e vômitos frequentes;

  • Alterações na visão;

  • Convulsões;

  • Problemas de equilíbrio;

  • Mudanças de humor ou comportamento;

  • Dificuldade de fala ou memória.

Especialistas alertam que dores de cabeça são comuns, especialmente em períodos de estresse, mas sintomas intensos, persistentes ou acompanhados de desmaios devem ser investigados.

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Importância da segunda opinião

O caso reforça a importância de procurar nova avaliação médica quando os sintomas não melhoram ou se agravam.

Ao compartilhar sua experiência, Gillian destacou que insistir por exames foi decisivo para o diagnóstico. Segundo ela, se tivesse aceitado apenas a primeira explicação, o tumor poderia ter sido descoberto ainda mais tarde.

Mesmo sendo benigno, o tamanho e a pressão exercida mostraram que o quadro exigia intervenção imediata — e que sintomas aparentemente comuns podem, em alguns casos, esconder condições mais graves.

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