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quinta-feira, setembro 17, 2026

Bebê nasce com cabeça do tamanho de uma bola de futebol e precisa remover 60% do crânio

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Noah Baker, de 1 ano, nasceu com hidrocefalia grave e uma circunferência craniana de 26 polegadas, equivalente a cerca de 66 centímetros. A condição fez com que ele passasse por seis cirurgias, incluindo um procedimento realizado em maio deste ano que removeu 60% do crânio para reduzir seu tamanho e permitir que tivesse mais possibilidades de desenvolvimento motor.

A mãe de Noah, Madison, de 28 anos, soube do diagnóstico quando estava no quarto mês de gestação. O menino nasceu em março de 2025 e precisou passar pela primeira cirurgia cerebral aos 2 semanas de vida para a colocação de tubos responsáveis por drenar o excesso de líquido no cérebro.

“Foi um choque quando recebemos o diagnóstico de Noah porque já tínhamos passado por duas outras gestações e nunca tivemos problemas, então foi definitivamente inesperado. Tivemos um parto muito traumático. Eles o levaram imediatamente, então nunca consegui segurá-lo quando nasceu, levaram-no direto para a UTI neonatal”, contou ao The Sun.

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Desde o primeiro procedimento, Noah passou por outras cinco cirurgias para tratar a condição. O acúmulo de líquido provocado pela hidrocefalia fez com que seu crânio crescesse de forma significativa e dificultou movimentos básicos. Segundo a mãe, ele não conseguia sustentar a própria cabeça nem se sentar sozinho.

A cirurgia mais recente foi uma redução craniana. De acordo com Madison, o procedimento teve como objetivo diminuir o tamanho do crânio por razões relacionadas ao desenvolvimento, e não à aparência. “Como ele tem muito líquido extra, o crânio se desenvolveu em um tamanho muito maior, o que não é muito típico para essa condição. A esperança com a redução é que agora ele consiga progredir no desenvolvimento com esse tipo de coisa”, explicou.

O cirurgião também explicou à família que, sem a redução, Noah não conseguiria sustentar a cabeça e teria dificuldades para iniciar a alimentação com alimentos sólidos. “Foi bastante direto ao dizer que ele não teria conseguido levantar a cabeça sem isso e não teria conseguido comer alimentos sólidos”, afirmou Madison.

Apesar da necessidade da cirurgia, a mãe conta que ainda sente falta do tamanho anterior da cabeça do filho: “Sinto falta da cabeça grande dele. Nós simplesmente nos acostumamos com ela porque, quando ele nasceu, sua cabeça já era muito grande”.

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Após o procedimento, Madison percebeu mudanças no filho: “Definitivamente foi diferente, mas dá para perceber que ele se sente mais leve, dá para perceber que ele se sente muito melhor depois de ter reduzido tanto o crânio. Ele está muito bem, sentimos falta disso, mas estamos felizes por termos feito isso porque definitivamente precisava ser feito”.

Para a família, a cirurgia também representa uma possibilidade maior de evolução: “Isso dará a ele a melhor oportunidade de ser a melhor versão de si mesmo e dará a ele todas as chances que pudermos”.

Atualmente, Noah ainda não consegue levantar a cabeça sozinho e realiza terapias para trabalhar o desenvolvimento. “Ainda estamos trabalhando e, obviamente, ele faz muitas terapias. A fisioterapia e a terapia ocupacional estão muito envolvidas para que possamos realmente trabalhar nisso”, finalizou a mãe.

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