O médico José Salomão questionou, durante participação no programa Roda Viva, o aumento de diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1. Na avaliação apresentada por ele, características como introversão e hiperfoco podem dificultar a diferenciação entre traços de personalidade e manifestações associadas ao autismo.
Salomão também abordou a dificuldade de estabelecer uma separação entre comportamentos considerados características individuais e aqueles que podem estar relacionados ao transtorno. Nesse contexto, mencionou a possibilidade de pessoas vistas como “gente esquisita” acabarem recebendo um diagnóstico de autismo.
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O médico ainda levantou questionamentos sobre o crescimento da procura por laudos e citou o acesso a direitos e benefícios previstos em lei como uma possível razão para essa demanda.
Essa última afirmação, porém, representa uma avaliação apresentada por Salomão. As informações fornecidas não apresentam evidências que comprovem uma relação entre o aumento dos diagnósticos de autismo e a busca por benefícios ou direitos.
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A identificação do TEA deve ser feita por profissionais habilitados a partir de critérios clínicos específicos, e características isoladas, como introversão ou hiperfoco, não são suficientes, por si só, para estabelecer um diagnóstico.



