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quarta-feira, julho 22, 2026

Dólar inicia dia em leve alta com novas tarifas dos EUA, petróleo supera US$ 93

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Dólar em leve alta com pressões de tarifas e tensões geopolíticas (Foto: Instagram)

Nesta quarta-feira (22/7), o dólar começou o dia em leve alta, cotado a R$ 5,0790. No dia anterior, terça-feira (21), a moeda americana havia fechado em queda, cotada a R$ 5,073. Esse pequeno aumento reflete os efeitos das novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

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O mercado também está sob a influência das tensões no Oriente Médio, que continuam a elevar os preços internacionais do petróleo. Além disso, há expectativa em relação aos resultados das grandes empresas americanas nesta temporada de balanços. Os investidores monitoram atentamente os possíveis impactos das tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros na atividade econômica.

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A moeda americana abriu em baixa não só em relação ao real, mas também no mercado internacional. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,13% nos primeiros negócios do dia.

O petróleo novamente é o destaque da manhã. O barril do tipo Brent subiu 2,71%, sendo negociado acima dos US$ 93, enquanto o WTI aumentou 2,40%, ultrapassando os US$ 86 por barril. As preocupações com restrições à oferta global continuam a sustentar os preços, especialmente devido às incertezas no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo.

Entre os destaques corporativos, a WEG apresentou forte recuperação após perdas na sessão anterior, com suas ações subindo cerca de 6,5%, liderando os ganhos do Ibovespa. Já as ações da Caixa Seguridade registravam queda superior a 4%, figurando entre as maiores baixas.

O Ibovespa avançava em linha com o tom positivo dos mercados internacionais. Investidores demonstram otimismo com a temporada de balanços nos EUA, em especial no setor de tecnologia, que tem sustentado o desempenho das bolsas americanas nos últimos pregões.

Ao longo do dia, o mercado deve se concentrar nos desdobramentos geopolíticos, na trajetória dos preços do petróleo e nos resultados corporativos dos EUA, fatores que continuam a influenciar o humor dos investidores no Brasil e no exterior.

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