
Dólar recua e retorna ao patamar pré-guerra no Oriente Médio (Foto: Instagram)
O dólar apresentou uma leve queda de 0,25% em relação ao real, sendo cotado a R$ 5,14 nesta segunda-feira (6/4). Assim, a moeda americana retornou ao nível anterior à guerra no Oriente Médio. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), também registrou um pequeno aumento de 0,06%, alcançando 188,1 mil pontos. As variações discretas de ambos os indicadores indicam uma estabilidade prática.
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O comportamento do câmbio no Brasil seguiu a tendência do mercado internacional. Às 16h30, o Índice DXY, que avalia a força do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes (como euro, iene e libra esterlina), também mostrou um leve declínio de 0,02%, situando-se em 100 pontos.
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A guerra no Oriente Médio, que já dura seis semanas, continua sendo o principal fator que influencia o comportamento dos mercados. O tema permanece envolto em narrativas contraditórias: de um lado, o discurso de continuidade dos conflitos; de outro, a possibilidade de um cessar-fogo, ambos considerados iminentes.
Nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “todo o Irã pode ser eliminado numa noite”. Essa noite pode ser nesta terça-feira (7/4). A nova ameaça do líder americano representa o ultimato mais recente para que Teerã reabra o Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para cerca de 20% do comércio global de petróleo.
Por outro lado, agências de notícias internacionais informaram que os Estados Unidos e o Irã teriam recebido um plano de cessar-fogo proposto pelo Paquistão. Essa notícia trouxe um alívio momentâneo aos investidores.
Mesmo assim, o petróleo voltou a fechar em alta. O barril do tipo Brent, referência no mercado mundial, com vencimento em junho, subiu 0,68%, para US$ 109,77. O West Texas Intermediate (WTI, referência para o mercado americano) para maio avançou 0,78%, alcançando US$ 112,41 por barril.



