Nos últimos anos, a presença de mulheres em cargos de liderança tem crescido, embora ainda exista um longo caminho a ser percorrido, hoje, é possível ver mulheres à frente de grandes empresas no Brasil e no mundo, como Tarciana Medeiros (Banco do Brasil), Cristina Betts (Iguatemi), Magda Chambriard (Petrobras), entre outras.
A liderança feminina, além de promover maior diversidade nas organizações, apresenta resultados financeiros superiores, inovação e bem-estar organizacional, conforme mostram estudos recentes.
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Pesquisas apontam que empresas com maior diversidade de gênero em cargos executivos, têm 25% mais chances de alcançar lucros acima da média do setor. Além disso, essas líderes se destacam em áreas como comunicação, gestão de crises e promoção de uma cultura corporativa colaborativa.
Com isso, as empresas que estão promovendo a diversidade deixaram de ser apenas uma questão social e se tornaram uma estratégia de negócio essencial. No Brasil, embora as mulheres representem 40% do quadro de funcionários, apenas 5% das posições de CEO são ocupadas por elas.
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Líderes como Tânia Cosentino (Microsoft Brasil), Luciana Batista (Coca-Cola Brasil), Livia Chanes (Nubank) e Raquel Reis (SulAmérica) têm mostrado que a presença feminina em cargos de destaque é fundamental para o sucesso e a inovação nas empresas.
Quando mulheres assumem posições de poder, elas tendem a inspirar e abrir portas para outras, ajudando a promover uma mudança duradoura no ambiente corporativo.
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