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segunda-feira, julho 22, 2024

Empresa chinesa investe R$ 780 milhões em energia renovável no Brasil

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Na última quarta-feira (05), a empresa elétrica chinesa, SPIC (State Power Investment Corporation of China), divulgou que está fazendo um investimento de R$ 780 milhões para a construção de dois parques eólicos no Nordeste. A empresa também anunciou o investimento em usinas solares no país.

Chamados de Paraíso Farol e Pedra Amolar, os parques eólicos da SPIC vão ter 105,4 megawatts de capacidade e vão estar localizadas em Touros (RN). A previsão das obras estão sendo planejadas para começar em janeiro de 2025. 

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Os equipamentos solares vão possuir cerca de 738 megawatts de potência e vão ficar localizados no Piauí e no Ceará. Vale destacar que os investimentos solares não são 100% da SPIC, em 2022 a empresa comprou projetos que estavam em desenvolvimento pela Recorrente Energy e agora representa 70% de participação. 

Chamados de Marangatu e Panati, a companhia vai investir cerca de R$ 2 bilhões para conseguir comercializar sua energia no mercado livre, a empresa já tem 65% da sua energia destinada em negócios de contratos longos e 35% em contratos mais curtos. 

“Os projetos demonstram o apetite que temos pelo país e pelas fontes renováveis… Não temos uma meta numérica, mas queremos ser um dos três maiores ‘players’ até 2025, então estamos trabalhando para isso. É claro que tem ‘players’ muito importantes, mas não é só o tamanho, queremos trazer tecnologia, inovação”, destaca CEP da SPIC Brasil,  Adriana Waltrick.

A SPIC já tem tido uma trajetória dentro do Brasil há um tempo, a empresa tem cerca de 3,8 mil megawatts de capacidade instalada em suas operações como parques eólicos, usina hidrelétrica e o complexo termelétrico. 

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Para o futuro, existe o planejamento de hidrogênio verde em instalações eólicas chamadas de offshore, sendo uma tecnologia de geração que a empresa domina internacionalmente, a empresa busca implementar no Brasil em nascentes como em Porto de Açu (RJ) e Pecém (CE). 

“Esperamos que o Brasil avance logo com as regras (para eólica offshore), porque essa é a corrida da transição energética no mundo e a gente está muito bem posicionada para ser vencedor enquanto país. Aguardamos as regras para podermos trabalhar para além dos projetos-piloto, para trabalhar escala comercial”, destacou a líder da empresa. 

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