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quarta-feira, setembro 16, 2026

Dólar avança com Trump e Xi, Lula x Flávio e balanço do Banco do Brasil

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Dólar opera em alta em meio a tensões geopolíticas e cenário político doméstico (Foto: Instagram)

O dólar está em alta nesta quarta-feira (13/5), com o mercado focado tanto em questões geopolíticas quanto no cenário econômico local.

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No âmbito internacional, a atenção se volta para as reuniões entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em Pequim. Os encontros devem tratar de temas como a guerra no Irã, Taiwan, comércio, tarifas e inteligência artificial (IA).

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No Brasil, os investidores analisam a pesquisa da Genial/Quaest que revela um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um possível segundo turno. Lula está numericamente à frente, com 42% das intenções de voto contra 41% de Flávio.

O mercado também aguarda o balanço financeiro do Banco do Brasil referente ao primeiro trimestre de 2026, que será divulgado após o fechamento do mercado. Este será o último dos grandes bancos do país a apresentar seus resultados trimestrais.

DÓLAR

  • Às 9h05, o dólar subia 0,16%, sendo negociado a R$ 4,903.
  • Na sessão anterior, a moeda norte-americana teve uma leve alta de 0,09%, cotada a R$ 4,896, praticamente estável.
  • Com esse resultado, o dólar acumula perdas de 1,14% no mês e de 10,81% no ano frente ao real.

IBOVESPA

  • As negociações do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), começam às 10 horas.
  • No dia anterior, o índice fechou em queda de 0,86%, aos 180,3 mil pontos.
  • Com esse desempenho, a Bolsa brasileira acumula queda de 3,72% em maio e valorização de 11,93% em 2026.

TRUMP E XI JINPING FRENTE A FRENTE NA CHINA
O presidente dos EUA, Donald Trump, inicia nesta quarta-feira sua viagem à China, onde se encontrará pelo menos três vezes com o líder chinês, Xi Jinping. O encontro ocorre em um contexto diferente da última reunião, em outubro de 2025, na Coreia do Sul.

A comitiva que acompanha Trump, que inclui empresários da Tesla e Apple, sugere que a área tecnológica também será um foco em sua visita a Pequim. Espera-se que temas como inteligência artificial, exportações de tecnologias e minerais de terras raras sejam discutidos.

A viagem de Trump à China, inicialmente programada para março, foi adiada devido ao início da guerra entre EUA, Israel e Irã. A guerra, que se prolonga desde fevereiro, também deverá ser pauta nas discussões entre os líderes. Antes de partir, Trump afirmou que pretende ter uma “longa conversa” com Xi sobre o conflito.

A China, sendo a maior parceira comercial do Irã, é diretamente afetada pela crise petrolífera resultante da guerra. Xi deve tentar persuadir Trump a firmar um acordo com o Irã.

CHINA ARTICULA CESSAR-FOGO NO IRÃ
Na terça-feira (12/5), os ministros das Relações Exteriores do Paquistão e da China discutiram a necessidade de uma trégua entre EUA e Irã antes da visita de Trump a Pequim.

Segundo comunicado do governo paquistanês, o chanceler Ishaq Dar conversou com o ministro chinês Wang Yi sobre a crise no Oriente Médio e os esforços diplomáticos para destravar as negociações entre Washington e Teerã.

O Paquistão tem sido um dos principais mediadores nas conversas entre EUA e Irã. Durante a ligação, Wang Yi elogiou o papel de Islamabad nas tentativas de mediação.

“Ambos os lados sublinharam a importância de manter um cessar-fogo duradouro e garantir a passagem normal pelo Estreito de Ormuz”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores do Paquistão.

LULA E FLÁVIO MANTÊM EMPATE TÉCNICO NO 2º TURNO
A pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira indica uma leve recuperação do presidente Lula, que volta a aparecer numericamente à frente de Flávio Bolsonaro no 2º turno das eleições presidenciais.

O levantamento aponta Lula com 42% e Flávio com 41% das intenções de voto. Os números indicam um empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

Na pesquisa anterior, realizada em abril, Flávio superou Lula numericamente pela primeira vez no 2º turno. Agora, Lula retoma a dianteira.

O estudo também mostra que 49% desaprovam a administração de Lula, enquanto 46% aprovam. Isso representa uma leve recuperação na avaliação do presidente em comparação com o levantamento anterior.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 a 11 de maio de 2026, com 2.004 entrevistados. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

BANCO DO BRASIL DIVULGA RESULTADOS
Na reta final da temporada de balanços corporativos, o destaque é a divulgação dos resultados do Banco do Brasil, o último dos grandes bancos a apresentar seu balanço do primeiro trimestre de 2026. Os números serão conhecidos após o fechamento do mercado.

Além do Banco do Brasil, os resultados de empresas como CSN, Americanas, Casas Bahia, Movida e Eneva também serão divulgados nesta quarta-feira.

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