
Lula comemorou o alcance de 10,6 milhões de integrantes do canal de WhatsApp “Exército do Lula” e convocou apoiadores a ampliar a mobilização. (Foto: Instagram)
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou neste sábado, 24, o alcance do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reúne apoiadores e conta com mais de 10,6 milhões de usuários. Em uma live organizada pelo deputado federal André Janones (Rede), criador do canal, Lula falou por telefone e, em tom irônico, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria preocupado com a mobilização.
“Estou muito satisfeito, acho que nosso exército tem sido um sucesso extraordinário”, disse Lula. Ele brincou que Xi Jinping, presidente da China, já teria telefonado e que Vladimir Putin, presidente da Rússia, teria pedido o empréstimo do grupo. “Eu disse que não empresto, o meu exército é da paz”, afirmou.
Na sequência, Lula ironizou que Trump estaria preocupado porque saberia que o grupo brasileiro é melhor. O presidente também destacou a intenção de ampliar o número de participantes do canal: a meta imediata é chegar a 11 milhões de pessoas ainda neste sábado e, depois, alcançar 13 milhões.
Ao convocar novos integrantes, Lula associou a mobilização à defesa da democracia e da liberdade. “Povo brasileiro, se você quer salvar a democracia, é importante que a gente complete os 13 milhões no exército”, afirmou. Ele acrescentou que homens e mulheres fazem parte do grupo e disse que, nele, “é proibido proibir”.
O presidente descreveu a iniciativa como uma mobilização pacífica, baseada no amor e na tranquilidade. Também convocou os apoiadores a fazerem, no dia seguinte, um “disparo” contra o adversário por meio do voto. “Aquele disparo de votos, uma bala chamada 13”, declarou.
Depois da live, Lula tinha prevista uma agenda de campanha no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Rio, participaria de um ato com apoiadores na praia de Copacabana. À tarde, a programação previa outro ato na Avenida Paulista, na capital paulista.



