Hanna Bustos, mãe de cinco filhos que vive em Miami, na Flórida, afirma que está há sete meses sem a cachorra Lucie, de 1 ano, depois de deixá-la temporariamente aos cuidados de uma pessoa de confiança. Segundo ela, a cuidadora se recusou a devolver o animal mesmo após saber que a mulher foi diagnosticada com câncer e se prepara para iniciar quimioterapia.
Lucie é uma poodle que havia sido dada de presente ao filho de Hanna, de 14 anos. De acordo com a mãe, o adolescente considera a cachorra sua melhor amiga e a família tenta recuperá-la desde que a cuidadora teria decidido ficar definitivamente com o animal.
Hanna contou ao Local 10 News que comunicou à cuidadora sobre o diagnóstico de câncer, mas a informação não mudou a escolha de permanecer com Lucie. “‘Sinto muito que você esteja passando por isso, mas isso não muda minha decisão’”, teria respondido a mulher, segundo Hanna.
A situação também afetou o filho da dona do animal. “Senti uma traição imediata porque sei que meu filho confiava em mim para confiar nela, e tomei uma decisão que não foi útil para minha família, e eu só conseguia pensar nele”, afirmou Hanna.
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Para tentar recuperar Lucie, a família registrou dois boletins de ocorrência e contratou um advogado. Hanna reconhece que não havia um acordo por escrito entre ela e a cuidadora sobre a permanência temporária da cachorra.
Na segunda-feira, Hanna publicou nos Stories do Instagram que estava na delegacia com a família depois de enviar uma carta exigindo a devolução do animal. O documento estabelecia como prazo as 17h de 7 de setembro de 2026. “Devolva Lucie à custódia de Hanna Bustos incondicionalmente, no máximo até as 17h de segunda-feira, 7 de setembro de 2026”, dizia a exigência lida pela mãe.
Pouco depois das 17h, Hanna publicou uma nova atualização, sem informar que Lucie havia sido devolvida.
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Em outra publicação, ela afirmou que a cachorra possui microchip e que as vacinas contra a raiva estão registradas em seu nome. Ela também reforçou que havia deixado Lucie com a cuidadora apenas para acolhimento temporário. “Não foi uma realocação, não foi abandono, não foi reagrupamento. EU SOU A ÚNICA DONA DELA”, escreveu Hanna.
Procurada pelo Local 10 News a cuidadora, que não teve o nome divulgado, recusou-se a comentar o caso.



