A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária amarela será mantida nas contas de energia elétrica durante o mês de agosto. Com a decisão, os consumidores continuarão pagando um valor adicional de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Esta é a quarta vez consecutiva que a bandeira amarela é aplicada. Segundo a agência reguladora, a medida reflete a redução do volume de chuvas característica da transição entre os períodos úmido e seco, cenário que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e aumenta a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, cuja operação tem custo mais elevado.
No início de 2026, entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, período em que as condições favoráveis dos reservatórios dispensaram a cobrança adicional nas contas de luz. Desde maio, no entanto, a piora das condições de geração levou à adoção da bandeira amarela.
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Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores o custo de produção da energia elétrica no país. Quando a bandeira é verde, não há cobrança extra. Já na bandeira amarela, é acrescentado R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos.
Nos casos de bandeira vermelha, os valores são mais elevados. O patamar 1 prevê cobrança adicional de R$ 4,46 por 100 kWh, enquanto o patamar 2 acrescenta R$ 7,87 para o mesmo volume de consumo.
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A Aneel orienta os consumidores a adotarem medidas de uso consciente da energia, especialmente durante os períodos de bandeiras tarifárias com cobrança adicional, como forma de reduzir o impacto na conta de luz.
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