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quinta-feira, setembro 17, 2026

Nikolas Ferreira ironiza Lula após tarifa de 25% dos EUA e amplia embate nas redes

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) usou as redes sociais nesta quinta-feira (16) para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a confirmação de uma tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre a maior parte das importações brasileiras. Em uma publicação, o parlamentar escreveu “Make the L”, em tom de ironia ao governo federal.

A mensagem foi divulgada junto a uma postagem do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que responsabilizou o governo brasileiro pela adoção das novas tarifas. Segundo Rubio, a gestão de Lula não conduziu as negociações com Washington “de boa-fé”, argumento utilizado para justificar a decisão anunciada pelo presidente Donald Trump.

Outro integrante da oposição que reagiu foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Também compartilhando a publicação de Rubio, o parlamentar afirmou que o Brasil estaria “em um avião sem piloto” e fez críticas à condução política e econômica do governo federal.

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Dias antes do anúncio das tarifas, Flávio participou de uma audiência pública nos Estados Unidos, onde defendeu que a medida fosse adiada para depois das eleições presidenciais brasileiras, previstas para outubro. Na ocasião, argumentou que a aplicação imediata da taxa poderia beneficiar politicamente o presidente Lula.

Posteriormente, o senador afirmou que sua posição é contrária à cobrança das tarifas e declarou defender o cancelamento da medida. Segundo ele, o Brasil não deveria ser penalizado e o objetivo seria convencer as autoridades norte-americanas a retirar a taxação.

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Ao comentar a decisão, Marco Rubio afirmou que as negociações entre os dois países não avançaram por falta de disposição do governo brasileiro. Em sua avaliação, Lula teria priorizado interesses políticos em detrimento de um acordo comercial. O secretário também declarou que as políticas adotadas pelo governo brasileiro prejudicam tanto a economia dos Estados Unidos quanto a do próprio Brasil.

As declarações intensificam o clima de tensão diplomática entre os dois países e ampliam a disputa política interna, com integrantes da oposição utilizando a decisão norte-americana para criticar a condução da política externa e econômica do governo Lula.

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