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domingo, setembro 13, 2026

Bolsa brasileira oscila pouco com mercado atento ao petróleo e conflito no Oriente Médio

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O mercado financeiro brasileiro começou a semana sem grandes movimentações. Na manhã desta segunda-feira (13), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), operava praticamente estável, refletindo a cautela dos investidores diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da valorização do petróleo no mercado internacional.

Por volta das 10h26, o índice registrava 177.837 pontos, com leve recuo de 0,02%, equivalente a uma perda de apenas 28 pontos.

O cenário externo continua sendo o principal fator de atenção. A recente intensificação do confronto entre Estados Unidos, Irã e Israel elevou a preocupação dos mercados sobre possíveis impactos no abastecimento global de petróleo.

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Segundo informações divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), a mais recente ofensiva militar norte-americana atingiu aproximadamente 140 alvos ligados ao Irã. A terceira etapa da operação foi concluída no último sábado (11), e desde então o governo iraniano vem adotando medidas de retaliação.

A instabilidade geopolítica impulsionou as cotações da commodity. O barril do petróleo Brent, referência internacional, era negociado a US$ 78,60 por volta das 10h20 desta segunda-feira, acumulando valorização de 3,41% nas últimas 24 horas.

No mercado de câmbio, o dólar apresentou pequenas oscilações ao longo da manhã. Após abrir praticamente estável, a moeda norte-americana passou a operar em alta. Às 10h22, era negociada a R$ 5,12, avanço de 0,26% em relação ao fechamento da sexta-feira (10).

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No cenário doméstico, uma das novidades do dia foi a atualização das projeções do mercado para a inflação. O Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou redução na expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026, passando de 5,30% para 5,16%.

Apesar da melhora nas perspectivas para a inflação, investidores seguem monitorando principalmente os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que continuam influenciando o comportamento das bolsas, do câmbio e dos preços das commodities em todo o mundo.

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