
Cédulas de 100 dólares empilhadas em destaque (Foto: Instagram)
O dólar opera próximo da estabilidade nesta terça-feira (26/5), em um cenário de relativa calma na agenda de indicadores econômicos. Os mercados aguardam um possível acordo entre os Estados Unidos e o Irã que possa encerrar a guerra no Oriente Médio.
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Às 9h11, a moeda dos EUA subia 0,03%, sendo negociada a R$ 5,021, praticamente estável. No dia anterior, o dólar encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,019. No mês, a moeda acumula alta de 1,35%, mas registra perda de 8,57% no ano frente ao real.
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As negociações do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), têm início às 10 horas. No dia anterior, o índice fechou em alta de 0,91%, alcançando 177,8 mil pontos. Em maio, a Bolsa acumula uma queda de 5,07%, mas registra valorização de 10,36% em 2026.
As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram novos ataques no sul do Irã nesta terça-feira, enquanto as negociações diplomáticas continuam para encerrar a guerra iniciada no final de fevereiro entre Washington, Israel e a República Islâmica.
O Comando Central dos EUA declarou que as ações foram em "autodefesa" e tinham como alvo estruturas militares iranianas relacionadas ao lançamento de mísseis e à instalação de minas subaquáticas. Segundo o Pentágono, os ataques foram "limitados" e ocorreram durante o cessar-fogo firmado em abril.
Autoridades iranianas relataram explosões na cidade portuária de Bandar Abbas, no sul do país, que abriga importantes instalações militares. De acordo com a Fox News, duas embarcações da Guarda Revolucionária do Irã foram destruídas na operação.
Apesar dos ataques, a agência iraniana Fars afirmou que a situação em Bandar Abbas era considerada "normal" durante a madrugada desta terça-feira. Os ataques ocorrem em meio a negociações delicadas entre os EUA e o Irã, que mantêm um cessar-fogo desde 8 de abril.
Nos últimos dias, autoridades americanas expressaram otimismo sobre um possível avanço nas negociações. No último fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo estava próximo, mas posteriormente endureceu o discurso, ameaçando "explodir os iranianos em mil infernos" caso não houvesse consenso.
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, declarou que os países do Golfo não servirão mais como "escudo" para bases norte-americanas. Ele afirmou que as nações da região não serão mais usadas para proteger interesses dos EUA.
Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, afirmou que o acordo com o Irã pode levar "alguns dias" para ser fechado devido a divergências. Ele acredita que o acordo é possível e que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto, destacando a importância estratégica do canal para o comércio global de petróleo e gás natural liquefeito.



