A chamada “Lua Cheia Rosa” poderá ser vista nesta quarta-feira (1º), marcando a primeira lua cheia da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul. Apesar do nome chamativo, o fenômeno não altera a coloração da Lua, que permanece com seu aspecto tradicional.
A expressão “Lua Rosa” tem origem em tradições de povos originários da América do Norte e está relacionada ao florescimento de plantas típicas dessa época do ano, especialmente o flox — espécie conhecida por suas flores rosadas. Ou seja, o nome é simbólico e faz referência ao ciclo da natureza, não a uma mudança visual no satélite.
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Nome vem da natureza, não da aparência
Além de “Lua Rosa”, a lua cheia de abril também recebe outras denominações ligadas à transição das estações. Entre elas estão “Lua da Grama”, associada ao crescimento da vegetação após o inverno, e “Lua do Peixe”, que remete ao período de reprodução de diversas espécies aquáticas.
Esses nomes fazem parte de um calendário cultural que acompanha os ciclos naturais e foi transmitido ao longo de gerações. Embora não tenham base científica, seguem sendo utilizados até hoje como forma de identificar as luas cheias ao longo do ano.
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Calendário das próximas luas cheias
Após a “Lua Rosa”, o calendário lunar de 2026 segue com outras datas conhecidas:
- “Lua das Flores” em maio
- “Lua Azul” ainda em maio
- “Lua de Morango” em junho
- “Lua dos Cervos” em julho
- “Lua do Esturjão” em agosto
- “Lua da Colheita” em setembro
- “Lua do Caçador” em outubro
- “Lua do Castor” em novembro
- “Lua Fria” em dezembro
Embora esses nomes não representem mudanças físicas na Lua, eles refletem a relação histórica entre a observação do céu e os ciclos da natureza — uma tradição que atravessa culturas e continua despertando curiosidade até hoje.
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