Um antigo episódio envolvendo objetos voadores não identificados voltou ao centro das discussões após declarações de Robert Salas, veterano da Força Aérea dos Estados Unidos. Em entrevista recente, ele afirmou que OVNIs teriam interferido diretamente em sistemas de lançamento nuclear durante a década de 1960.
Segundo o ex-militar, o caso ocorreu em março de 1967, na Base Aérea de Malmstrom, uma instalação estratégica durante a Guerra Fria. Na época, Salas atuava no controle de mísseis balísticos intercontinentais do tipo Minuteman, operando a partir de um centro subterrâneo.
De acordo com o relato, guardas posicionados na superfície observaram luzes incomuns no céu, descritas como silenciosas e com movimentos fora do padrão conhecido. Pouco depois, sistemas de alerta foram acionados e até dez mísseis teriam sido desativados simultaneamente, sem causa aparente.
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Para Salas, o episódio não pode ser explicado por tecnologias militares da época e levanta a hipótese de uma ação externa desconhecida. Ele sugere que os objetos poderiam ter origem não humana e teriam interferido com o objetivo de evitar um possível conflito nuclear.
O chamado “incidente de Malmstrom” não é novo e já foi citado por outros ex-militares ao longo das últimas décadas. Relatos semelhantes envolvendo bases nucleares norte-americanas contribuíram para consolidar o caso como um dos mais conhecidos dentro da ufologia.
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Apesar disso, investigações oficiais apresentaram outra versão. Autoridades dos Estados Unidos indicaram que as falhas podem ter sido resultado de testes com dispositivos de pulso eletromagnético (EMP), capazes de comprometer sistemas eletrônicos sensíveis.
Especialistas também alertam para limitações de relatos retrospectivos, especialmente quando feitos anos após os acontecimentos. Ainda assim, a coincidência entre avistamentos de objetos não identificados e falhas em sistemas militares segue alimentando teorias e interesse público sobre o tema.
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