
O CEEX 2025 encerrou sua edição em São Paulo reunindo creators, marcas, startups, educadores, plataformas e investidores em dois dias de programação intensa. Mas, mais do que palestras, ativações e palcos lotados, o CEEX deixou sinais claros — quase incontornáveis — sobre para onde a creator economy brasileira está caminhando.
A seguir, a Pardal Tech apresenta a análise definitiva de pós-evento: os movimentos reais, os contrastes e as oportunidades que o CEEX explicitou.
A creator economy virou economia real
Um ponto ficou evidente logo na entrada do São Paulo Expo: o mercado não está mais tratando creators como entretenimento periférico.
A presença de:
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marcas tradicionais,
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universidades como ESPM,
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startups early e growth stage,
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plataformas consolidadas,
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premiações como o Digital Awards BR,
colocou creators no centro da discussão econômica — e não apenas na estética das redes sociais.
A creator economy está, de fato, passando por institucionalização.
E isso muda tudo.
Creators deixam de ser “meio” e passam a ser agentes de negócios.
O novo criador é founder — não influenciador
Nos corredores do evento, um discurso se repetia: “creator que não cria produto estagna.”
E é verdade.
Durante anos, o mercado girou em torno de:
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publis,
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alcance,
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engajamento,
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entregáveis,
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métricas de vaidade.
O CEEX 2025 mostrou que essa lógica chegou ao limite.
A nova fase é do creator-empreendedor, do founder-creator.
Criadores capazes de:
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desenvolver produtos próprios,
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construir marcas autorais,
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ativar comunidades,
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gerar receita recorrente,
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escalar negócios independentes.
Esse movimento ficou mais forte fora dos palcos do que dentro — uma conversa crescente entre creators que querem menos dependência de plataformas e mais autonomia de receita.
Audiência não sustenta. Comunidade, sim.
Se existe um consenso pós-CEEX, é este:
Quem constrói comunidade, constrói negócio.
O discurso de seguidores, views e alcance está velho.
2025 inaugura o ciclo da:
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participação,
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co-criação,
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pertencimento,
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recorrência,
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construção conjunta.
Creators que constroem comunidade vendem mais, escalam mais rápido e são menos dependentes de algoritmo.
E isso apareceu:
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nos estandes,
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nas ativações,
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nas conversas de bastidor,
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na forma como marcas autorais se posicionaram.
A audiência é o topo.
A comunidade é a base.
Conclusão: o Brasil está entrando na fase mais importante da creator economy
Se 2023–2024 foram as fases de “explosão” da creator economy…
2025–2026 serão a fase da maturidade.
O CEEX deixou claro:
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A era das publis está mudando.
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O criador que não empreende fica estagnado.
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Produto é o novo currículo dos creators.
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Comunidade é o novo algoritmo.
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Marcas precisam aprender a co-criar.
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O setor está mais institucional que nunca.
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E estamos apenas no começo.
O futuro pertence aos founder-creators — criadores que não apenas influenciam, mas constroem negócios, narrativas, comunidades e legados.
E esse movimento está só começando.



