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quarta-feira, setembro 16, 2026

Cinco golpes mais comuns envolvendo o CPF na Nota e como se proteger

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“CPF na nota?” é uma pergunta familiar para qualquer consumidor. A iniciativa dos governos estaduais foi criada para incentivar a emissão de notas fiscais, combater a sonegação e oferecer benefícios, como créditos em dinheiro e sorteios. Mas, enquanto o programa é legítimo, golpistas passaram a usá-lo como isca para enganar vítimas e roubar informações pessoais.

Entre as principais armadilhas, estão mensagens falsas prometendo prêmios, cobranças inexistentes e até aplicativos fraudulentos que imitam os canais oficiais. Conheça os cinco golpes mais comuns e saiba como se proteger:

1. Prêmio ou restituição falsa

Criminosos entram em contato fingindo ser representantes da Receita ou da Secretaria da Fazenda. Informam que a vítima foi sorteada ou tem direito a receber valores, mas exigem o pagamento de uma taxa de liberação via Pix ou transferência.

2. Cadastro ou regularização de dados

Nesse golpe, a abordagem é de “urgência”: os criminosos alegam que o consumidor precisa atualizar informações para não ser excluído do programa. Com isso, conseguem coletar dados sigilosos, como CPF, RG, data de nascimento e até informações bancárias.

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3. Sorteios em redes sociais

Páginas falsas no Facebook e Instagram imitam campanhas de programas estaduais. Usuários são induzidos a clicar em links suspeitos, preencher formulários e compartilhar publicações. O objetivo é coletar dados e espalhar a fraude para mais pessoas.

4. Aplicativos falsos

Golpistas divulgam versões falsas de aplicativos da Nota Fiscal em sites e lojas não oficiais. Ao instalar, a vítima entrega suas credenciais, que podem ser usadas para invadir contas e acessar outros serviços digitais.

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5. Cobrança para liberar créditos

Uma das variações mais recorrentes consiste em pedir pagamento antecipado para liberar saldos acumulados no programa. Nenhum sistema oficial cobra taxas desse tipo.

Como evitar cair nas armadilhas

Órgãos públicos nunca pedem senhas ou depósitos antecipados. O consumidor deve desconfiar de mensagens que criam sensação de urgência, verificar a origem dos contatos e sempre baixar aplicativos apenas nas lojas oficiais.

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