O 7 de Setembro de 2025, que neste ano cairá em um domingo, será marcado por manifestações convocadas tanto por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto por militantes do Partido dos Trabalhadores (PT). Cada campo político traçou estratégias próprias para ocupar as ruas em diferentes capitais do país.
Do lado bolsonarista, parlamentares do PL decidiram concentrar os atos regionais no turno da manhã, deixando para a tarde o protesto na Avenida Paulista, em São Paulo, considerado o mais importante. A ideia é permitir que lideranças que participarem de eventos em cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília possam viajar a tempo de reforçar a mobilização paulista.
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Sem Bolsonaro em liberdade — o ex-presidente cumpre prisão domiciliar —, aliados apostam na participação de Michelle Bolsonaro como figura central do ato em São Paulo. A expectativa é de que o julgamento do ex-mandatário no Supremo Tribunal Federal, iniciado nesta semana, ajude a inflar a adesão dos apoiadores.
Já os petistas planejam manifestações em várias capitais com foco no discurso da soberania nacional. Integrantes do partido de Lula pretendem usar a bandeira verde e amarela como símbolo de resistência institucional e de valorização da independência do país.
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Com a disputa de narrativas marcada para a mesma data, o feriado da Independência deve se tornar um novo palco de confronto político entre governo e oposição.
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