Um estudo conduzido pela Universidade Keio, no Japão, registrou um avanço significativo no tratamento de lesões na medula espinhal. Um dos voluntários submetidos à terapia com células-tronco conseguiu ficar em pé sozinho, um feito inédito para pacientes com paralisia causada por esse tipo de lesão.
A pesquisa, iniciada em 2019, busca avaliar a segurança e eficácia do procedimento, que utiliza células adultas reprogramadas para um estado semelhante ao embrionário. Esse processo permite que as células se transformem em neurônios e outras essenciais ao sistema nervoso.
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Os testes foram realizados em quatro pacientes, com idades variadas. Em dois deles, houve progresso significativo: um conseguiu iniciar o treinamento para andar, enquanto outro passou a movimentar braços e pernas. Os demais não apresentaram melhora, mas nenhum dos participantes teve efeitos adversos graves.
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Os resultados, divulgados em 21 de março, ainda precisam ser revisados por pares, mas representam um avanço na busca por alternativas para tratar paralisia. Os pesquisadores destacam que novas etapas com mais voluntários serão necessárias para aprofundar o entendimento da técnica e suas aplicações no futuro.
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