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Notícias

Estudo mostra como a música clássica influencia emoções e alivia a depressão

By Beatriz Aguiar
novembro 18, 2024
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    Pesquisa destaca conexões cerebrais ativadas pelo prazer de ouvir música (Foto: Unsplash)
    Pesquisa destaca conexões cerebrais ativadas pelo prazer de ouvir música (Foto: Unsplash)

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    Beatriz Aguiar
    Beatriz Aguiar
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    Para entender essa relação, 23 pacientes diagnosticados com depressão profunda participaram de um experimento no qual eletrodos foram implantados em áreas específicas do cérebro (Foto: Unsplash)
    Para entender essa relação, 23 pacientes diagnosticados com depressão profunda participaram de um experimento no qual eletrodos foram implantados em áreas específicas do cérebro (Foto: Unsplash)
    Durante a pesquisa, eles ouviram composições de Tchaikovsky e Beethoven, que evocam sentimentos distintos, como tristeza e alegria (Foto: Unsplash)
    Durante a pesquisa, eles ouviram composições de Tchaikovsky e Beethoven, que evocam sentimentos distintos, como tristeza e alegria (Foto: Unsplash)
    O estudo também identificou oscilações cerebrais específicas: as oscilações gama, associadas ao processamento emocional, eram mais ativas na amígdala estendida quando os pacientes apreciavam a música (Foto: Unsplash)
    O estudo também identificou oscilações cerebrais específicas: as oscilações gama, associadas ao processamento emocional, eram mais ativas na amígdala estendida quando os pacientes apreciavam a música (Foto: Unsplash)
    Além disso, essas oscilações se sincronizavam com as oscilações teta no córtex auditivo, reforçando o envolvimento de redes cerebrais no prazer musical (Foto: Unsplash)
    Além disso, essas oscilações se sincronizavam com as oscilações teta no córtex auditivo, reforçando o envolvimento de redes cerebrais no prazer musical (Foto: Unsplash)
    Pesquisa destaca conexões cerebrais ativadas pelo prazer de ouvir música (Foto: Unsplash)
    Pesquisa destaca conexões cerebrais ativadas pelo prazer de ouvir música (Foto: Unsplash)

    Um estudo realizado por pesquisadores da Shanghai Jiao Tong University, na China, revelou como a música clássica pode impactar positivamente o cérebro, especialmente em pessoas com depressão severa. A pesquisa identificou que ouvir esse estilo musical sincroniza áreas cerebrais responsáveis pelo processamento de sons e emoções, o que contribui para a redução de sintomas depressivos.

    Para entender essa relação, 23 pacientes diagnosticados com depressão profunda participaram de um experimento no qual eletrodos foram implantados em áreas específicas do cérebro. Durante a pesquisa, eles ouviram composições de Tchaikovsky e Beethoven, que evocam sentimentos distintos, como tristeza e alegria.

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    Os resultados mostraram que o efeito antidepressivo da música não dependia da intenção emocional da peça (triste ou alegre), mas sim do prazer que os participantes sentiam ao ouvi-la. Quando as músicas agradavam, havia maior sincronização entre o córtex auditivo e a amígdala estendida, uma região do cérebro ligada ao processamento emocional e à recompensa.

    O estudo também identificou oscilações cerebrais específicas: as oscilações gama, associadas ao processamento emocional, eram mais ativas na amígdala estendida quando os pacientes apreciavam a música. Além disso, essas oscilações se sincronizavam com as oscilações teta no córtex auditivo, reforçando o envolvimento de redes cerebrais no prazer musical.

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    A pesquisa se soma a outros estudos que destacam os benefícios da música para a saúde mental. Trabalhos realizados por universidades como Toronto e Cambridge já demonstraram que a música pode ajudar pacientes com Alzheimer e melhorar a memória em idosos. Além de ouvir, tocar instrumentos ou cantar também promove melhorias cognitivas, especialmente na terceira idade.

    Publicado na revista Cell Reports, o estudo reforça o potencial da música como ferramenta terapêutica, colocando o prazer individual como elemento central para seus efeitos positivos no cérebro.

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