Nesta semana foi divulgado que a Microsoft abandonou um cargo dentro do conselho da OpenAI, empresa famosa de Inteligência Artificial que criou o ChatGPT, após afirmar que não era necessário continuar depois que a cúpula da empresa de tecnologia melhorou significativamente nos últimos meses.
A Microsoft era apenas uma observadora dentro do conselho, não tinha sequer direito a voto dentro da OpenAI. Vale destacar que a parceria entre as duas companhias começou após Sam Altman ter sido demitido e contratado de volta em menos de um dia, a partir do presidente executivo foi que a Microsoft começou a participar de reuniões do conselho e ter acesso a informações confidenciais.
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“Nos últimos oito meses, testemunhamos um progresso significativo por parte do conselho recém-formado e estamos confiantes na direção da empresa. Diante de tudo isso, não acreditamos mais que nosso papel limitado como observador seja necessário”, destacou a Microsoft em nota.
Vale destacar que a empresa chegou a realizar um aporte de US$ 10 bilhões dentro da OpenAI, o que causou reações em órgãos antitruste nos Estados Unidos, Europa e Reino Unido em relação ao controle que a companhia exerce sobre a criadora do ChatGPT.
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Contudo, apenas os órgãos de defesa da concorrência da União Europeia destacaram que a parceria não está classificada para as regras de fusão do bloco, porque não foi provado que a Microsoft controla a OpenAI. Os britânicos e os estadunidenses continuam a ter dúvidas sobre a parceria.
A Microsoft tem investido pesado em Inteligência Artificial, primeiro na plataforma Azure e posteriormente ao contratar o presidente executivo da Inflection para ser o “boss” da divisão da tecnologia e consumo, o que mostra que a empresa tem buscado alterar seus investimentos em empresas de IA.
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