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sábado, julho 13, 2024

Estados Unidos sanciona lei que pode acabar com TikTok no país

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomou uma decisão firme ao sancionar uma lei que potencialmente proíbe o TikTok no país, caso a empresa mãe, a chinesa ByteDance, não consiga se desfazer do aplicativo em um prazo de nove meses a um ano. 

Essa medida reflete preocupações amplamente compartilhadas entre os parlamentares americanos, que temem que a China possa acessar dados sensíveis dos cidadãos americanos ou até mesmo vigiá-los por meio dessa plataforma.

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A popularidade do TikTok, especialmente entre os jovens de tendência política à esquerda, tornou-se uma questão crucial, especialmente nas eleições de novembro, onde os votos desse grupo foram determinantes para a vitória de Biden sobre o ex-presidente Donald Trump.

Shou Zi Chew, presidente-executivo do TikTok, expressou confiança após a sanção da lei por Biden, declarando que a empresa está pronta para enfrentar qualquer desafio legal que surgir. 

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Em um vídeo postado logo após a sanção presidencial, Chew afirmou: “Fiquem tranquilos, não vamos a lugar algum. Os fatos e a Constituição estão do nosso lado, e esperamos prevalecer novamente.”

Essa batalha legal promete ser complexa e longa, com implicações significativas para o futuro do TikTok nos Estados Unidos e para a relação entre as duas maiores potências mundiais, os Estados Unidos e a China. 

Enquanto isso, a incerteza paira sobre os milhões de usuários americanos do aplicativo, que aguardam para ver como essa disputa se desenrolará e como afetará seu acesso e uso diário da plataforma de mídia social.

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