Ardi Rizal, que ficou conhecido mundialmente em 2010 por fumar cerca de 40 cigarros por dia aos 2 anos, conseguiu abandonar o tabagismo após passar por um processo de reabilitação na Indonésia. O menino, que apareceu em um vídeo fumando enquanto ainda usava fraldas, recebeu acompanhamento para superar a dependência. Anos depois, passou a seguir uma rotina de cuidados com a saúde.
O caso ganhou repercussão internacional depois que as imagens da criança fumando circularam no YouTube. Na época, Ardi morava com a mãe, Diana, em Teluk Kemang, no sul da ilha de Sumatra, e já apresentava um consumo elevado de cigarros para sua idade.
Segundo informações publicadas pelo jornal The Sydney Morning Herald, em 2017, o primeiro contato do menino com o tabaco aconteceu quando ele tinha aproximadamente um ano e meio. Enquanto a mãe trabalhava vendendo peixes, Ardi costumava permanecer em uma praça, onde observava outras pessoas fumando e começou a recolher cigarros.
A situação chamou a atenção das autoridades indonésias, e o Ministério do Empoderamento da Mulher e da Proteção Infantil passou a acompanhar o caso. Em 2013, cerca de três anos depois da repercussão das imagens, Ardi iniciou um processo de reabilitação para interromper o consumo de tabaco.
O menino voltou a aparecer na televisão em 2019, quando participou do programa brasileiro Domingo Show, da Record, apresentado por Geraldo Luís. Durante a atração, passou por exames para avaliar possíveis consequências do tabagismo precoce. “O pulmão dele não tem lesão, como câncer tumor ou enfisema”, afirmou o médico Antonio Sproesser, do Hospital Moriah, durante o programa.
Com o passar dos anos, Ardi deixou de ser conhecido apenas pelas imagens da infância e passou a ter sua recuperação acompanhada por reportagens internacionais.
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Em 2025, uma publicação do The Dazzling Dawn apresentou relatos de pessoas próximas à família, segundo os quais o jovem continuava mantendo hábitos voltados à saúde e se dedicando aos estudos.
A reportagem também afirmou que Ardi demonstrava interesse por programação, gostava de jogar futebol e participava, quando possível, de iniciativas comunitárias nas quais compartilhava sua experiência com a dependência de cigarros.
O caso, que inicialmente chamou atenção pelo consumo de tabaco em uma idade tão precoce, passou a ser lembrado também pelo processo de recuperação do jovem após a intervenção das autoridades e o acompanhamento recebido durante a infância.



