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quarta-feira, setembro 16, 2026

Dólar abre estável a R$ 5,08; mercado atento à alta do petróleo

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Dólar comercial opera estável em R$ 5,08 com olho nas tensões geopolíticas (Foto: Instagram)

O dólar comercial iniciou o dia praticamente estável nesta terça-feira (21/7), sendo negociado em torno de R$ 5,08 nos primeiros momentos do pregão. Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), registrava uma leve queda de 0,29%, situando-se em 172,8 mil pontos.

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Os investidores começaram o dia monitorando as contínuas tensões no Oriente Médio, que novamente impulsionaram os preços internacionais do petróleo, além das negociações sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

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O mercado também observa o início de uma semana crucial para a temporada de balanços corporativos nos EUA, com atenção voltada para os resultados das grandes empresas de tecnologia que serão divulgados nos próximos dias.

No cenário internacional, o dólar ganhava força em relação às principais moedas globais. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,15%, chegando a 101,11 pontos. Apesar disso, a moeda americana mostrava pouca variação em relação ao real no começo do pregão.

O principal destaque desta terça-feira é novamente o petróleo. O barril de Brent, referência internacional da commodity, subia 2,23%, sendo negociado acima de US$ 91. Já o petróleo WTI registrava um aumento de 2,68%, ultrapassando US$ 84 por barril.

Os preços continuam sendo sustentados pelas preocupações do mercado com possíveis interrupções na oferta global em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio. Esse movimento favorece empresas do setor de petróleo e gás ao redor do mundo e contribui para o desempenho positivo das ações da Petrobras na abertura do pregão.

Na Bolsa brasileira, as principais ações apresentavam um comportamento misto no início do dia. Os papéis da Petrobras e da Vale operavam em leve alta, assim como as ações do Santander.

Por outro lado, as ações da Rede D’Or registravam uma queda mais acentuada, superior a 2%, destacando-se entre as principais baixas da abertura.

O desempenho do Ibovespa também reflete a cautela dos investidores em relação ao cenário externo. Além das tensões geopolíticas, as negociações comerciais entre Brasil e EUA e os possíveis impactos das tarifas americanas sobre a economia brasileira permanecem no radar.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários começaram o pregão em alta. O S&P 500 subia 0,38%, enquanto o Dow Jones avançava 0,30%. Já o Nasdaq 100 liderava os ganhos, com uma valorização de 1,35%.

Esse movimento reflete a expectativa positiva do mercado em relação aos balanços das grandes empresas americanas previstos para esta semana, além da manutenção das apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá adotar uma postura menos restritiva nos próximos meses, caso os indicadores econômicos continuem a mostrar desaceleração da inflação.

Espera-se que o pregão seja novamente influenciado pelo noticiário internacional. Além dos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, investidores permanecem atentos aos sinais vindos dos Estados Unidos, tanto no campo econômico quanto nas negociações comerciais envolvendo o Brasil.

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