O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se pronunciou nesta segunda-feira (18) sobre o ataque a tiros ocorrido em uma mesquita na cidade de San Diego, que deixou cinco mortos.
Durante declaração à imprensa, Trump afirmou ter recebido informações preliminares sobre o caso e classificou o episódio como uma situação “terrível”.
“Eles estão dando um briefing sobre o assunto… É uma situação terrível. Recebi algumas informações preliminares, mas vamos analisar a situação com muita atenção”, disse o presidente norte-americano.
O ataque aconteceu no Centro Islâmico de San Diego, considerado a maior mesquita do condado. Segundo autoridades locais, os disparos ocorreram dentro do prédio religioso, localizado no bairro de Clairemont.
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De acordo com o chefe da polícia de San Diego, Scott Wahl, entre os mortos estão três homens adultos e os dois suspeitos apontados como responsáveis pelo ataque, identificados como jovens de 17 e 19 anos.
As autoridades informaram que os suspeitos foram encontrados mortos dentro de um veículo próximo ao local do crime. A principal hipótese investigada é de que ambos tenham tirado a própria vida após o atentado.
O Federal Bureau of Investigation confirmou que acompanha o caso. O agente especial Mark Remily afirmou que os investigadores ainda apuram a motivação do ataque, mas trabalham inicialmente com a possibilidade de crime de ódio.
“Estamos tratando este caso como um crime de ódio até que deixe de ser”, declarou Scott Wahl.
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Entre as vítimas fatais está um segurança da mesquita, descrito pela polícia como peça fundamental para evitar que o número de mortos fosse ainda maior.
Imagens transmitidas por emissoras locais mostraram dezenas de viaturas cercando a região enquanto pessoas eram retiradas do prédio sob escolta policial. Escolas próximas chegaram a ser colocadas em confinamento preventivo durante a ocorrência.
O gabinete do governador da Califórnia, Gavin Newsom, informou que acompanha as investigações em conjunto com autoridades locais. O prefeito de San Diego, Todd Gloria, também afirmou estar monitorando o caso.
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