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quarta-feira, setembro 16, 2026

São Paulo tem a 2ª maior renda domiciliar per capita no Brasil, aponta IBGE

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Notas e moedas refletem renda paulista em destaque (Foto: Instagram)

O estado de São Paulo encerrou 2025 com o segundo maior rendimento médio mensal real domiciliar per capita entre todas as unidades da Federação. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (8/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram essa posição de destaque.

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Esses números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Rendimento de Todas as Fontes 2025, divulgada pelo IBGE. A pesquisa tem uma série histórica que começou em 2012.

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A liderança no ranking nacional de renda média domiciliar per capita é do Distrito Federal, com R$ 4.401 por habitante no ano passado. Este valor é quase o dobro da média nacional, que foi de R$ 2.264.

São Paulo aparece na segunda posição do ranking, com uma renda média domiciliar per capita de R$ 2.862. Seguem-se Rio Grande do Sul (R$ 2.772), Santa Catarina (R$ 2.752) e Rio de Janeiro (R$ 2.732).

Na outra ponta, o Maranhão registrou o menor rendimento médio per capita do Brasil em 2025, com R$ 1.231 por pessoa. Logo depois, vêm Acre (R$ 1.372), Ceará (R$ 1.379), Alagoas (R$ 1.401) e Pará (R$ 1.435).

O Sudeste ficou em terceiro lugar no ranking por regiões, segundo o levantamento do IBGE. Em 2025, a região teve um rendimento médio de R$ 2.669, ficando atrás do Sul (R$ 2.734) e do Centro-Oeste (R$ 2.712). As regiões Norte e Nordeste ficaram abaixo da média nacional, com rendas médias de R$ 1.558 e R$ 1.470, respectivamente.

De acordo com o levantamento do IBGE, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita no Brasil cresceu 6,9% em 2025, atingindo o valor recorde de R$ 2.264. Entre 2019 e 2025, a elevação foi de 18,9%, e desde 2012, o crescimento acumulado foi de 27,0%.

A pesquisa também revelou que a parcela de brasileiros com rendimento proveniente do trabalho atingiu um recorde em 2025, com 47,8% da população, ou 101,6 milhões de pessoas, recebendo essa forma de renda. A população estimada usada foi de 212,7 milhões.

A renda média mensal, considerando todas as fontes, foi de R$ 3.367, também um recorde na série histórica. Este valor foi alcançado após um aumento de 5,4% em relação a 2024 e de 8,6% comparado a 2019.

Analisando os valores de todas as fontes, a região Centro-Oeste lidera com R$ 4.052, seguida pelo Sul (R$ 3.859), Sudeste (R$ 3.855), Norte (R$ 2.572) e Nordeste (R$ 2.282).

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