
Logo da Meta exibido em smartphone com ícones de Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads. (Foto: Instagram)
A Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, demitiu um funcionário em Londres, Inglaterra, acusado de baixar aproximadamente 30 mil imagens privadas de usuários da plataforma.
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Conforme relatado pelo jornal britânico The Guardian, o homem, cuja identidade permanece desconhecida, está sob investigação da unidade de crimes cibernéticos da Polícia Metropolitana de Londres.
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A Meta informou às autoridades britânicas que a violação teve início há mais de um ano. Assim que a empresa tomou ciência do ocorrido, demitiu o funcionário e notificou a polícia. Além disso, os usuários afetados foram avisados e tiveram a segurança de seus perfis reforçada.
Um porta-voz da Meta declarou ao Guardian: “Após identificarmos o acesso indevido de um funcionário há mais de um ano, demitimos a pessoa imediatamente, notificamos os usuários, relatamos o caso às autoridades policiais e fortalecemos nossas medidas de segurança. Estamos colaborando com a investigação em curso”.
A principal linha de investigação da polícia de Londres sugere que o ex-funcionário da Meta desenvolveu softwares para contornar os sistemas de segurança da plataforma e acessar imagens privadas. Segundo a BBC, o homem foi preso em novembro do ano passado, mas foi liberado após pagar fiança e agora responde ao processo em liberdade.
A Meta já enfrentou problemas de segurança anteriormente. Em 2024, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda multou a empresa em 91 milhões de euros por armazenar senhas sem criptografia. Dois anos antes, em 2022, a mesma comissão penalizou a Meta em 265 milhões de euros devido a um vazamento de dados pessoais de usuários do Facebook.



