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quarta-feira, setembro 16, 2026

Preço do petróleo atinge US$ 116 com prazo final de Trump ao Irã se aproximando

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Petróleo dispara com ultimato de Trump ao Irã (Foto: Instagram)

Faltando poucas horas para o término do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã, exigindo a liberação do Estreito de Ormuz, os preços do petróleo continuavam subindo no final da manhã desta terça-feira (7/4).

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Por volta das 10h45, horário de Brasília, o contrato futuro para maio do petróleo WTI, referência nos EUA, subia 3,3%, sendo negociado a US$ 116,12. Simultaneamente, o contrato futuro de junho do Brent, referência internacional, registrava alta de 0,84%, a US$ 110,69. Desde o início do dia, o petróleo está em alta. Mais cedo, às 8h35, o WTI subia 1,95%, cotado a US$ 114,60, enquanto o Brent avançava 0,9%, a US$ 110,76.

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Os mercados globais estão atentos aos desdobramentos do conflito entre os EUA e o Irã. Trump deu um ultimato ao Irã, que termina às 21 horas de hoje, horário de Brasília. Ele exige que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, um canal estratégico entre o Irã e os Emirados Árabes Unidos, essencial para o transporte de cerca de 20% a 30% do petróleo mundial e grande parte do GNL. O estreito é vital para a economia global.

Em uma coletiva na Casa Branca, na segunda-feira (6/4), Trump afirmou que o Irã poderia ser "eliminado em uma noite". A escalada ocorre após o fracasso de uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão, rejeitada pelos EUA e pelo Irã. O plano incluía uma trégua de 45 dias e a reabertura gradual da principal rota de petróleo. O Irã considerou os termos "ilógicos" e se recusou a negociar sob ameaça.

Trump também ameaçou a infraestrutura iraniana, mencionando pontes e usinas de energia como possíveis alvos. "Eles não terão pontes, nem usinas. Não terão nada", disse ele, sugerindo que ataques poderiam ocorrer em breve se não houver acordo.

O Irã rejeitou as ameaças de Trump, chamando-as de "delirantes" e "insolentes". Em pronunciamento na TV estatal, o chefe do Comando Militar, Ebrahim Zolfaghari, afirmou que os EUA não conseguirão reparar a "humilhação" sofrida na Ásia Ocidental. O porta-voz militar iraniano provocou, dizendo que as declarações de Trump são "grosseiras e infundadas" e não têm poder para mudar o curso dos eventos.

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