O Ministério das Relações Exteriores divulgou, nesta terça-feira (9/9), uma nota condenando o ataque armado contra um ônibus em Jerusalém, ocorrido na véspera. O atentado deixou seis mortos e ao menos 12 feridos, vários em estado grave.
“O governo brasileiro condena o ataque a tiros realizado ontem nas proximidades do assentamento de Ramot, em Jerusalém Oriental, que provocou seis mortes e diversos feridos. Ao transmitir condolências aos familiares das vítimas e ao povo israelense, o Brasil manifesta seu repúdio a atos de violência de qualquer natureza e reafirma sua convicção de que a paz na região somente será possível mediante uma solução política”, afirmou o Itamaraty.
Após o atentado, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou o episódio como parte de uma “guerra intensa contra o terrorismo em várias frentes”. Ele citou ações em Gaza, na Judeia e Samaria, no Líbano e também no Irã, que, segundo ele, financia e apoia grupos extremistas.
++ Lula reforça no X discurso de soberania após atos dividirem 7 de Setembro
“Estamos perseguindo e cercando os assassinos deste ataque. Capturamos todos que os ajudaram e tomaremos medidas ainda mais severas”, declarou Netanyahu. O Hamas celebrou publicamente o ataque, chamando-o de “ato heroico”.
De acordo com as autoridades locais, dois homens armados entraram em um ônibus em Jerusalém na manhã de segunda-feira (8/9) e abriram fogo contra os passageiros. Eles foram mortos no local por um soldado de folga e por civis armados.
++ Lula afirma que só será candidato em 2026 se for “para ganhar”
As estimativas indicam que cerca de 20 pessoas estavam no veículo no momento do atentado. Um suspeito de colaborar com os atiradores foi detido pelas forças de segurança israelenses.
A polícia acredita que os autores tenham saído dos vilarejos de al-Qubeiba e Qatanna, situados a cerca de 10 km do local do ataque.
Não deixe de nos seguir no Instagram para mais notícias da Pardal Tech



