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Notícias

Estudo aponta que microplásticos podem atingir o cérebro rapidamente após ingestão

By Beatriz Aguiar
fevereiro 6, 2025
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    Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas (Foto: X)
    Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas (Foto: X)

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    Beatriz Aguiar
    Beatriz Aguiar
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    Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas (Foto: X)
    Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas (Foto: X)
    A pesquisa, conduzida por especialistas da China, Estados Unidos e Singapura, utilizou camundongos para analisar o caminho percorrido pelas partículas no organismo (Foto: X)
    A pesquisa, conduzida por especialistas da China, Estados Unidos e Singapura, utilizou camundongos para analisar o caminho percorrido pelas partículas no organismo (Foto: X)
    Os testes foram realizados com a oferta de água contendo micro e nanoplásticos fluorescentes (Foto: X)
    Os testes foram realizados com a oferta de água contendo micro e nanoplásticos fluorescentes (Foto: X)
    Com o auxílio de uma técnica avançada chamada microscopia de dois fótons, os pesquisadores observaram a presença das partículas na corrente sanguínea e, posteriormente, no cérebro dos animais (Foto: X)
    Com o auxílio de uma técnica avançada chamada microscopia de dois fótons, os pesquisadores observaram a presença das partículas na corrente sanguínea e, posteriormente, no cérebro dos animais (Foto: X)
    Pequenas janelas foram instaladas nos crânios dos camundongos para facilitar a análise (Foto: X)
    Pequenas janelas foram instaladas nos crânios dos camundongos para facilitar a análise (Foto: X)

    Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas. A pesquisa, conduzida por especialistas da China, Estados Unidos e Singapura, utilizou camundongos para analisar o caminho percorrido pelas partículas no organismo.

    ++ A noite em que as estrelas caíram: a tempestade de meteoros Leônidas de 1833

    Os testes foram realizados com a oferta de água contendo micro e nanoplásticos fluorescentes. Com o auxílio de uma técnica avançada chamada microscopia de dois fótons, os pesquisadores observaram a presença das partículas na corrente sanguínea e, posteriormente, no cérebro dos animais. Pequenas janelas foram instaladas nos crânios dos camundongos para facilitar a análise.

    Durante a investigação, os cientistas notaram que os microplásticos se acumulavam em determinadas regiões do cérebro, sendo capturados por células do sistema imunológico, o que causava bloqueios.

    ++ Ela pediu demissão aos 52 anos, abriu seu próprio negócio e virou bilionária

    Os testes comportamentais realizados com os camundongos revelaram prejuízos cognitivos, como falhas na memória, dificuldades motoras e menor resistência física. Embora ainda não haja confirmação dos mesmos efeitos em seres humanos, os pesquisadores destacam a necessidade de aprofundar os estudos sobre o impacto dessas partículas no organismo.

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