Cientistas de diferentes países descobriram que microplásticos ingeridos podem alcançar o cérebro em poucas horas. A pesquisa, conduzida por especialistas da China, Estados Unidos e Singapura, utilizou camundongos para analisar o caminho percorrido pelas partículas no organismo.
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Os testes foram realizados com a oferta de água contendo micro e nanoplásticos fluorescentes. Com o auxílio de uma técnica avançada chamada microscopia de dois fótons, os pesquisadores observaram a presença das partículas na corrente sanguínea e, posteriormente, no cérebro dos animais. Pequenas janelas foram instaladas nos crânios dos camundongos para facilitar a análise.
Durante a investigação, os cientistas notaram que os microplásticos se acumulavam em determinadas regiões do cérebro, sendo capturados por células do sistema imunológico, o que causava bloqueios.
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Os testes comportamentais realizados com os camundongos revelaram prejuízos cognitivos, como falhas na memória, dificuldades motoras e menor resistência física. Embora ainda não haja confirmação dos mesmos efeitos em seres humanos, os pesquisadores destacam a necessidade de aprofundar os estudos sobre o impacto dessas partículas no organismo.



