A Wepink, empresa ligada à influenciadora Virginia Fonseca, foi condenada pela Justiça de Sergipe a pagar indenização por danos morais a uma cliente que enfrentou mais de um ano de espera para resolver um problema com a compra.
Segundo a decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe, a consumidora adquiriu produtos em setembro de 2024, mas não recebeu os itens dentro do prazo previsto. Diante da situação, buscou o reembolso junto à empresa.
O valor, no entanto, só foi devolvido um ano depois, em setembro de 2025 — quando a cliente já havia acionado a Justiça.
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Falha no serviço gerou indenização
Ao analisar o caso, o juiz responsável entendeu que a demora excessiva e a necessidade de recorrer ao Judiciário ultrapassaram o mero aborrecimento cotidiano, configurando dano moral.
Na sentença, o magistrado destacou que a situação gerou desgaste emocional, ansiedade e perda de tempo da consumidora, fatores que justificam a compensação financeira fixada em R$ 2 mil.
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Relação de consumo em foco
O caso reforça o entendimento de que empresas devem garantir não apenas a entrega dos produtos, mas também um atendimento eficiente para solução de problemas.
Para a Justiça, a demora injustificada no estorno e a falta de resolução adequada evidenciam falha na prestação do serviço, especialmente em um cenário em que o consumidor depende de canais digitais para resolver demandas.
A decisão também chama atenção para a responsabilidade das marcas no ambiente do comércio eletrônico, onde a experiência do cliente se tornou um fator central — e passível de judicialização quando há descumprimento.
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