A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de Mpox na capital gaúcha em 2026. De acordo com a pasta, a infecção foi adquirida fora do Rio Grande do Sul. No ano passado, a cidade contabilizou 11 ocorrências da doença.
Transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias ou saliva, a Mpox exige atenção especial em períodos de maior circulação de pessoas, como o Carnaval. Diante da confirmação do caso, a Vigilância Epidemiológica municipal divulgou recomendações para reduzir o risco de contágio durante as festividades.
“Quem vai festejar o Carnaval deve examinar sua pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na área genital, boca, mãos e pés antes de sair”, orienta a enfermeira Raquel Carboneiro, gerente em exercício do órgão.
++ Caso Cão Orelha chega à Justiça após exposição de adolescentes nas redes
Segundo a secretaria, os primeiros sinais da doença incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço e aumento dos gânglios linfáticos, seguidos pelo aparecimento de lesões cutâneas. O período de incubação varia entre três e 21 dias, com média de 10 a 16 dias.
A orientação é que pessoas com sintomas procurem atendimento médico e adotem isolamento domiciliar. Também é recomendado evitar participação em blocos, contato íntimo e relações sexuais enquanto houver suspeita ou confirmação da infecção.
++ Desfile no Carnaval do Rio provoca reação da OAB e bancada evangélica
Entre as medidas preventivas reforçadas pela prefeitura estão a higienização frequente das mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal e utilizar máscara em situações de risco. A estratégia, segundo a Secretaria, é conter a transmissão e manter o monitoramento ativo durante o período de maior exposição social.
Não deixe de nos seguir no Instagram para mais notícias da Pardal Tech



