A possível volta do horário de verão voltou a agitar debates nas redes sociais nas últimas semanas. Apesar das especulações, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que, neste ano, a medida não deve ser retomada, embora siga sendo “avaliada permanentemente”.
Segundo a pasta, os estudos atuais consideram o impacto da geração solar e fotovoltaica no horário de maior consumo. Além disso, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou que os reservatórios apresentam situação favorável, evoluindo dentro da normalidade durante o período seco. Com isso, o Sistema Interligado Nacional (SIN) se encontra em melhores condições que no ano passado, garantindo pleno atendimento de energia pelo menos até fevereiro de 2026.
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Criado para reduzir a pressão sobre o sistema no chamado “horário de pico” — geralmente entre o final da tarde e o início da noite —, o horário de verão adiantava os relógios em uma hora, permitindo que parte da população encerrasse o dia ainda com luz natural e diminuísse o uso de equipamentos elétricos.
A prática vigorava entre outubro e fevereiro em estados como Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas foi suspensa em 2019.
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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) segue acompanhando a situação do sistema e deve subsidiar qualquer decisão futura sobre o retorno da medida. Até o momento, porém, não há previsão oficial para a sua reimplantação.
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