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quarta-feira, setembro 16, 2026

Prefeitura de Niterói custeia translado de Juliana Marins e anuncia homenagem à jovem

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A Prefeitura de Niterói vai arcar com os custos do translado do corpo da publicitária Juliana Marins, morta na Indonésia após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani. O valor repassado à família foi de R$ 55 mil, segundo confirmou a própria administração municipal neste sábado (29).

A quantia cobre todas as despesas com o processo de repatriação, incluindo transporte internacional, documentação e serviços funerários. A data exata da chegada do corpo ao Brasil ainda depende da conclusão de trâmites burocráticos no exterior.

A decisão de prestar auxílio financeiro foi tomada após uma reunião entre o prefeito Rodrigo Neves e familiares da jovem, realizada na quarta-feira (25). Além do apoio logístico, o chefe do Executivo anunciou que a cidade vai prestar uma homenagem permanente a Juliana. Uma trilha e um mirante da região da Praia do Sossego passarão a levar o nome da jovem, que mantinha uma forte ligação afetiva com a cidade.

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Nas redes sociais, a irmã de Juliana, Mariana Marins, agradeceu o gesto da prefeitura e lembrou do carinho da jovem por Niterói. “Ela era apaixonada por essa cidade. É muito bonito ver essa atitude de reconhecimento. Isso significa muito para a nossa família”, afirmou em vídeo.

Tragédia em trilha na Indonésia

Juliana Marins, de 26 anos, morreu após cair cerca de 200 metros durante uma trilha em um dos trechos íngremes do Monte Rinjani. Quatro dias depois, equipes de resgate conseguiram localizar o corpo a aproximadamente 600 metros de profundidade.

Devido às condições climáticas adversas, o uso de helicóptero foi descartado, e o resgate foi feito com cordas por alpinistas voluntários. O corpo foi içado manualmente até a base da montanha.

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Um laudo médico confirmou que a jovem morreu em decorrência de traumas internos causados pelo impacto da queda. Foram registrados ossos quebrados em diversas regiões do corpo, como tórax, coluna e pernas.

A morte de Juliana gerou comoção nacional, especialmente após relatos das dificuldades enfrentadas pela família no processo de resgate e repatriação, além das críticas à condução do caso pelas autoridades locais da Indonésia.

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