O ativista brasileiro Thiago Ávila, de 38 anos, permanece sob custódia das autoridades israelenses após ser detido a bordo do veleiro Madleen, que transportava ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza. O grupo, que incluía a ativista ambiental sueca Greta Thunberg, foi interceptado pela Marinha de Israel na segunda-feira (9/6).
Ao contrário de Thunberg, que já deixou o país rumo à França, Thiago decidiu não assinar os documentos exigidos para sua deportação. Segundo informações obtidas por fontes oficiais, o motivo da recusa é a falta de notícias sobre o destino dos outros tripulantes do barco. Por essa razão, ele foi encaminhado a um centro de detenção em Israel e só poderá deixar o país após uma audiência judicial que determine a deportação compulsória.
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Em nota divulgada nas redes sociais, o Ministério das Relações Exteriores de Israel declarou: “Os passageiros do ‘Iate da Selfie’ chegaram ao Aeroporto Ben Gurion para embarcarem em Israel e retornarem aos países de origem. […] Aqueles que se recusarem a assinar os documentos de deportação serão levados perante uma autoridade judicial, de acordo com a lei israelense.”
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Até o momento, as autoridades israelenses não esclareceram o destino dos demais ativistas que acompanhavam a missão.
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