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quarta-feira, setembro 16, 2026

Prefeitura de Curitiba esclarece: “Mãe” de bebê reborn não tem direito a assento preferencial

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A Prefeitura de Curitiba utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (15/5) para esclarecer que mães de bebês reborn — bonecos hiper-realistas que imitam recém-nascidos — não têm direito a assento preferencial no transporte público da capital paranaense.

“Entendemos o apego, mas os bancos preferenciais são para públicos prioritários”, diz o comunicado oficial publicado no Instagram e no X (antigo Twitter). Segundo a prefeitura, os lugares especiais são destinados a pessoas com deficiência, idosos, gestantes, obesos, pessoas com crianças de colo e pessoas do espectro autista. “Os reborns são fofos, mas não garantem lugar no amarelinho, tá?”, finaliza a publicação, em referência aos ônibus da cidade.

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O aviso surge no momento em que os bebês reborn ganham destaque nas redes sociais e repercussão no noticiário. Em Curitiba, há até uma “maternidade” especializada nas bonecas, com atendimento personalizado para entusiastas da prática. Um vídeo recente mostrando um encontro de influenciadoras do nicho, em que elas simulam cuidados maternos com os reborns, viralizou e gerou críticas — muitos internautas classificaram a encenação como “bizarra”.

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O tema também chegou ao Legislativo. No Rio de Janeiro, a Câmara Municipal aprovou o projeto que cria o “Dia da Cegonha Reborn”, homenagem às artesãs que produzem os bonecos. O texto ainda aguarda sanção ou veto do prefeito Eduardo Paes.

Os bebês reborn são feitos artesanalmente com materiais como vinil e silicone, e os valores variam entre R$ 1,5 mil e R$ 15 mil, dependendo do grau de realismo.

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