O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende comparecer ao ato em defesa da anistia dos condenados pelos ataques de 8 de janeiro, programado para a próxima quarta-feira (7) em Brasília. A declaração foi feita dias após ele receber alta hospitalar, encerrando uma internação de mais de três semanas devido a uma cirurgia para tratar uma obstrução intestinal.
Apesar da disposição manifestada por Bolsonaro, seus médicos aconselharam que ele evite participar do evento. O cirurgião Cláudio Birolini, responsável pelo procedimento realizado no dia 13 de abril, afirmou que o ex-presidente foi orientado a não se expor presencialmente. Segundo ele, o comparecimento poderia comprometer a recuperação.
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O cardiologista Leandro Echenique reforçou o alerta, mencionando o risco de infecções em ambientes com grande circulação de pessoas. “É importante evitar aglomerações. Ele ainda está em um período que exige cuidados”, ressaltou.
Durante a saída do hospital, Bolsonaro caminhou até a porta da unidade de saúde, onde conversou rapidamente com apoiadores que mantinham vigília desde o início da internação. Agora, ele continua o tratamento em casa, em um condomínio no Distrito Federal.
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Na semana passada, ele já havia sinalizado sua intenção de ir ao ato durante uma videochamada com simpatizantes, organizada por Eduardo Torres, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. “Se tiver condições físicas, pelo menos na torre me faço presente”, disse Bolsonaro, referindo-se ao local do evento.
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