A cidade de Novo Lino, no interior de Alagoas, foi palco de um caso que chocou o país. O corpo de uma bebê de apenas 15 dias foi encontrado na tarde de terça-feira (15/4) dentro de um armário, na área de lavanderia da residência onde vivia com a família. A criança estava envolta em uma sacola plástica, cercada por produtos de limpeza.
A localização do corpo encerrou cinco dias de buscas iniciadas na última sexta-feira (11/4), que envolveram equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Desde o início da investigação, a mãe da criança, Eduarda Silva de Oliveira, havia registrado um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento da filha, alegando um suposto sequestro.
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No entanto, inconsistências nas versões apresentadas por Eduarda durante os depoimentos despertaram desconfiança das autoridades. A Polícia Civil informou que os relatos prestados por ela mudaram diversas vezes ao longo das apurações. Delegados responsáveis pelo caso revelaram que, após novas diligências e com apoio de familiares, a mãe acabou indicando o local exato onde o corpo foi encontrado.
Segundo informações divulgadas pelos investigadores, Eduarda confessou ter tirado a vida da própria filha ao asfixiá-la com um travesseiro, alegando exaustão diante do choro contínuo da recém-nascida.
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Logo após a confissão, a mulher desmaiou e precisou de atendimento médico. Diante do risco de possíveis represálias por parte da população, a polícia reforçou a segurança para garantir a integridade física da investigada.
O caso segue sob investigação. A Polícia Civil trabalha agora para concluir o inquérito e apresentar o resultado à Justiça.
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