Cientistas da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, fizeram uma descoberta que pode redefinir a compreensão sobre a formação do trihidrogênio (H3+), uma molécula essencial na criação de estrelas e na evolução química do Universo primitivo. O estudo, publicado na revista Nature Communications, sugere que a produção dessa molécula pode ocorrer por um processo alternativo, o que indicaria uma presença ainda maior do H3+ no cosmos do que se acreditava até então.
++ Estudo sugere que saudade pode ter impacto positivo na depressão
Até agora, a ciência reconhecia apenas um caminho para a formação do trihidrogênio, no qual moléculas de hidrogênio (H2) interagem com versões ionizadas de si mesmas (H2+). No entanto, os pesquisadores identificaram um novo mecanismo, no qual o H3+ pode surgir a partir de moléculas orgânicas duplamente ionizadas, expostas a altas doses de energia, como raios cósmicos ou lasers de alta potência.
++ Astronautas descrevem desafios do retorno à Terra após meses no espaço
Os experimentos mostraram que, em vez de se fragmentar imediatamente, como era esperado, a estrutura molecular permitiu a formação do H2, que permaneceu vagando até capturar um próton extra, resultando no H3+. Essa descoberta pode ter implicações significativas para o estudo da química espacial, ampliando a compreensão sobre como os primeiros compostos químicos se formaram no Universo.
Não deixe de nos seguir no Instagram para mais notícias da Pardal Tech



