Os casos de síndromes respiratórias graves (SRAG) seguem em alta no Brasil, atingindo especialmente crianças e idosos. Segundo o mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, estados como Pará, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe registraram um crescimento expressivo de infecções respiratórias entre os dias 2 e 8 de março.
O levantamento mostra que diferentes faixas etárias são impactadas de forma distinta. Em crianças de até dois anos, o vírus sincicial respiratório (VSR) é a principal causa das infecções. Já entre 2 e 14 anos, o rinovírus aparece como agente predominante. Entre os idosos, a Covid-19 ainda representa um fator preocupante para o agravamento da doença.
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Em estados como Mato Grosso e Tocantins, o cenário é de incidência moderada, mas com tendência de alta nos próximos dias. Já nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, o aumento de casos ocorre de forma mais gradual.
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Além dos estados mencionados, o relatório da Fiocruz aponta que ao menos 10 unidades federativas do país estão em situação de alerta para síndromes respiratórias, com risco de crescimento contínuo. Capitais como Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Macapá, Palmas, Porto Velho e Rio Branco também apresentam elevação no número de diagnósticos.
Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da vacinação e da adoção de medidas preventivas para reduzir a transmissão dos vírus respiratórios.
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