O governo brasileiro endureceu sua postura diplomática diante das recentes críticas da administração de Donald Trump ao Supremo Tribunal Federal (STF). A resposta enérgica, avalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reflete a insatisfação do Planalto e do Itamaraty com a nota emitida pelo Departamento de Estado norte-americano.
A crise diplomática teve início após um comunicado da Casa Branca questionar medidas judiciais no Brasil, interpretadas como restrições à liberdade de expressão. Para o governo brasileiro, a manifestação foi considerada uma ingerência inaceitável em assuntos internos. A resposta, elaborada pelo chanceler Mauro Vieira e revisada pela assessoria internacional da Presidência, deixou claro que qualquer tentativa de interferência será rebatida com rigor.
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Fontes ligadas ao Planalto classificaram a declaração dos EUA como “absurda” e apontaram que a crítica distorce as decisões do ministro Alexandre de Moraes, que, segundo a nota oficial, atua dentro dos limites estabelecidos pela Constituição de 1988. A posição brasileira também ressaltou que o combate às fake news é uma prerrogativa legítima do Judiciário e essencial para a proteção da democracia.
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Com a nova abordagem, o Brasil pretende deixar claro que a soberania nacional não será questionada sem uma resposta à altura. A nota foi redigida em tom firme, mas sem exageros, reforçando que qualquer manifestação externa que ultrapasse os limites da diplomacia tradicional será prontamente confrontada.



