Durante o Artificial Intelligence Action Summit, realizado em Paris, líderes globais e especialistas do setor de tecnologia discutiram o futuro da inteligência artificial (IA) e seus desafios regulatórios. A conferência teve como principal objetivo promover um compromisso internacional para o desenvolvimento ético e seguro dessa tecnologia.
O vice-primeiro-ministro da China, Zhang Guoqing, esteve presente no evento e destacou o interesse do país em fortalecer parcerias com outras nações para garantir a segurança da IA. Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, Zhang afirmou que a China está disposta a compartilhar avanços no setor com o intuito de construir “uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade”, alinhando-se à política diplomática do presidente Xi Jinping.
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Organizado pelo presidente francês Emmanuel Macron e pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi, o AI Action Summit reuniu lideranças políticas e grandes nomes da tecnologia, como Sam Altman, CEO da OpenAI, e Dario Amodei, CEO da Anthropic.
O evento abordou a necessidade de regulamentação da IA, com Macron anunciando novos investimentos privados no setor e defendendo regras menos burocráticas para incentivar a inovação na Europa. Já os Estados Unidos, por meio do vice-presidente JD Vance, sinalizaram que não pretendem adotar regulações rígidas para a tecnologia.
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Ao final da conferência, dezenas de países assinaram uma declaração conjunta em defesa de uma IA “transparente, ética, segura e confiável”. No entanto, Estados Unidos e Reino Unido optaram por não aderir ao compromisso.



