O Google incluiu os Estados Unidos na lista de “países sensíveis” dentro de sua divisão de mapas, uma categoria que abrange nações com disputas territoriais ou governos considerados restritivos. A mudança ocorre após a empresa alterar a nomenclatura do Golfo do México para “Golfo da América” em algumas regiões da plataforma.
De acordo com a CNBC, a decisão foi comunicada internamente nesta segunda-feira (29) e recebeu prioridade máxima, exigindo implementação imediata. Além dos EUA, o México também passou a integrar essa classificação, que já incluía países como China, Rússia, Israel, Arábia Saudita e Iraque. Ainda não está claro se essa nova designação terá impacto além da divisão de mapas do Google.
++ Bolsa de Nova York despenca após avanço de IA chinesa
A medida reflete os desafios enfrentados por grandes empresas de tecnologia diante do governo de Donald Trump. Desde sua posse, gigantes do setor, como Google, Meta e Amazon, têm buscado adaptar suas políticas às novas diretrizes da administração republicana. O CEO da Alphabet, Sundar Pichai, esteve entre os executivos que participaram da cerimônia de posse do presidente em 20 de janeiro.
++ Suposta carta psicografada de Ayrton Senna emociona fãs
A mudança na denominação do Golfo do México gerou controvérsia. Em um comunicado no X (antigo Twitter), o Google justificou a decisão afirmando que segue práticas de atualização baseadas em informações governamentais. No México, a plataforma continuará exibindo apenas “Golfo do México”, enquanto em outros países aparecerão as duas versões do nome.



