O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 48 horas, a partir desta quarta-feira (15), para que a defesa de Daniel Silveira apresente à Justiça uma pistola calibre .380 registrada em nome do ex-deputado federal. A informação foi confirmada após um ofício enviado pelo Comando do Exército, que apontou que o político possui uma arma, uma pistola Taurus, registrada tanto no banco de dados do Exército quanto na Polícia Militar do Rio de Janeiro.
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Em resposta, o advogado de Silveira, Paulo Faria, negou ter conhecimento sobre a existência da arma e afirmou à CNN que a defesa está aguardando, desde janeiro, a liberação de uma videoconferência com o ex-deputado, na qual pretendem questioná-lo sobre o assunto. “Enquanto isso, a defesa não tem a mínima ideia da existência de tal objeto, pois somos advogados, e não ‘babás'”, afirmou Faria.
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O ex-deputado foi preso novamente em 24 de dezembro de 2024, após descumprir medidas cautelares impostas em sua liberdade condicional. A decisão, que havia sido proferida por Moraes, incluía a obrigatoriedade de usar tornozeleira eletrônica e permanecer em casa durante a noite, o que foi violado quando Silveira retornou para sua residência mais de quatro horas depois do horário estabelecido.
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