O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Paulo Pimenta, afirmou nesta terça-feira (19) que os recentes acontecimentos envolvendo um suposto plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes evidenciam a gravidade dos riscos enfrentados pela democracia brasileira.
Em entrevista à CNN, Pimenta destacou que a operação da Polícia Federal, que desarticulou o grupo suspeito, reforça a continuidade de ameaças que tiveram seu auge nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. “O 8 de Janeiro não terminou. Isso demonstra que as ações vinham sendo planejadas, estimuladas e financiadas, com um objetivo claro de subverter a ordem democrática”, declarou.
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O ministro também relembrou outros episódios de violência política, como a tentativa de explodir um caminhão próximo ao aeroporto de Brasília e o arremesso de explosivos contra o Supremo Tribunal Federal na semana passada. Para ele, os fatos estão conectados e apontam para uma escalada organizada de ataques.
“Os detalhes dessa investigação mostram o quão próxima a democracia esteve de um colapso. É chocante perceber o nível de audácia e responsabilidade envolvido”, afirmou Pimenta. Ele destacou que novos desdobramentos são esperados, à medida que a apuração avança.
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O caso, que segue sob investigação, provocou ampla repercussão e reacendeu o debate sobre a necessidade de vigilância e ação firme para proteger as instituições democráticas no Brasil.



