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quarta-feira, setembro 16, 2026

Incenso oferece risco elevado à saúde com compostos tóxicos semelhantes ao cigarro

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Estudos realizados por especialistas da Philadelphia College, nos Estados Unidos, apontam que a queima de incenso pode liberar uma combinação de compostos perigosos para a saúde, com efeitos potencialmente danosos para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. A fumaça do incenso contém substâncias tóxicas como carbono, enxofre, óxidos de nitrogênio, formaldeído e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, todos reconhecidos como cancerígenos.

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Durante a combustão, o incenso libera em média 45 mg de partículas por grama, enquanto um cigarro produz cerca de 10 mg. Em espaços fechados, essa alta concentração de partículas e compostos voláteis pode agravar problemas respiratórios, provocar reações alérgicas e gerar sensibilidade na pele, além de estar associada a dores de cabeça e disfunções respiratórias.

Além dos compostos tóxicos, a queima prolongada de incensos pode levar ao acúmulo de micropartículas em ambientes pouco ventilados, intensificando a exposição dos moradores aos poluentes. Isso pode ser especialmente prejudicial para pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite, cujos sintomas podem se agravar significativamente em locais onde o incenso é utilizado com frequência.

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Pneumologistas recomendam cautela no uso de incensos em casa e preferem o uso em locais abertos ou com ventilação adequada. Para minimizar o impacto, é aconselhável limitar a frequência e a duração da queima, considerando alternativas menos nocivas para perfumar o ambiente e, assim, proteger a saúde dos moradores.

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