• Notícias
  • Negócios
  • Tecnologia
    • Inteligência Artificial
  • Empreendedorismo
    • Startup
  • Dinheiro
  • Ciências
  • Carreira
  • Creator Economy
Search
LogoPardal TechNegócios & Tecnologia
LogoPardal TechNegócios & Tecnologia
  • Sobre nós
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
18.2 C
São Paulo
LogoPardal Tech[NEWS]
quarta-feira, setembro 16, 2026
Instagram
Mail
Website
type here...
  • Notícias
  • Negócios
  • Tecnologia
    • Inteligência Artificial
  • Empreendedorismo
    • Startup
  • Dinheiro
  • Ciências
  • Carreira
  • Creator Economy
LogoPardal TechNegócios & Tecnologia
  • Notícias
  • Negócios
  • Tecnologia
    • Inteligência Artificial
  • Empreendedorismo
    • Startup
  • Dinheiro
  • Ciências
  • Carreira
  • Creator Economy
Inteligência Artificial

Avanço na edição genética impulsionado por Inteligência Artificial oferece nova esperança para tratamento de doenças

By Beatriz Aguiar
outubro 25, 2024
0
323
Share
Facebook
Twitter
Pinterest
WhatsApp
    Avanço na edição genética impulsionado por Inteligência Artificial oferece nova esperança para tratamento de doenças (Foto: Unsplash)
    Avanço na edição genética impulsionado por Inteligência Artificial oferece nova esperança para tratamento de doenças (Foto: Unsplash)

    Leia mais

    Dia Internacional da Mulher: 10 empreendedoras para conhecer e se inspirar

    março 4, 2024

    Recente pesquisa com CEOs mostra a crescente popularidade do trabalho híbrido

    março 4, 2024

    Sorvete mais caro do mundo custa R$ 35 mil

    março 5, 2024

    5 estratégias do ChatGPT para impulsionar sua criatividade

    março 5, 2024
    Beatriz Aguiar
    Beatriz Aguiar
    1 of 6
    Avanço na edição genética impulsionado por Inteligência Artificial oferece nova esperança para tratamento de doenças (Foto: Unsplash)
    Avanço na edição genética impulsionado por Inteligência Artificial oferece nova esperança para tratamento de doenças (Foto: Unsplash)
    Pesquisadores fizeram uma descoberta revolucionária ao usar inteligência artificial (IA) para ativar ou suprimir genes em células específicas (Foto: Unsplash)
    Pesquisadores fizeram uma descoberta revolucionária ao usar inteligência artificial (IA) para ativar ou suprimir genes em células específicas (Foto: Unsplash)
    Diferentemente das tecnologias de edição genética já existentes, que atuam de maneira mais generalizada no organismo (Foto: Unsplash)
    Diferentemente das tecnologias de edição genética já existentes, que atuam de maneira mais generalizada no organismo (Foto: Unsplash)
    Até agora, a vasta quantidade e a variação desses elementos no genoma humano tornavam sua manipulação extremamente complexa e demorada (Foto: Usnplash)
    Até agora, a vasta quantidade e a variação desses elementos no genoma humano tornavam sua manipulação extremamente complexa e demorada (Foto: Usnplash)
    A inteligência artificial foi treinada com milhares de sequências de DNA humano, possibilitando que a plataforma CODA identificasse padrões que seriam quase impossíveis de se descobrir manualmente (Foto: Unsplash)
    A inteligência artificial foi treinada com milhares de sequências de DNA humano, possibilitando que a plataforma CODA identificasse padrões que seriam quase impossíveis de se descobrir manualmente (Foto: Unsplash)
    Cientistas descobrem como controlar a ativação de genes de forma precisa, abrindo portas para tratamentos mais eficientes (Foto: Unsplash)
    Cientistas descobrem como controlar a ativação de genes de forma precisa, abrindo portas para tratamentos mais eficientes (Foto: Unsplash)

    Pesquisadores fizeram uma descoberta revolucionária ao usar inteligência artificial (IA) para ativar ou suprimir genes em células específicas, permitindo um controle mais detalhado de quando e onde esses genes se manifestam no corpo humano. Esse avanço pode transformar o campo da medicina, especialmente no tratamento de doenças hereditárias, ao possibilitar a edição de DNA de forma muito mais eficiente e direcionada.

    A pesquisa, que envolveu cientistas do The Jackson Laboratory (JAX), do MIT, de Yale e de Harvard, foi publicada na quarta-feira (23) na prestigiada revista científica Nature. Utilizando uma plataforma de IA chamada CODA (Otimização Computacional da Atividade do DNA), os cientistas conseguiram projetar estruturas chamadas elementos cis-regulatórios (CREs), que atuam como “interruptores” do DNA, permitindo a ativação ou repressão de genes em tecidos específicos.

    ++ Na Rússia, Lula defende a criação de novos meios de pagamento para países parceiros

    Diferentemente das tecnologias de edição genética já existentes, que atuam de maneira mais generalizada no organismo, essa nova abordagem foca em CREs individuais, facilitando um controle mais preciso. Até agora, a vasta quantidade e a variação desses elementos no genoma humano tornavam sua manipulação extremamente complexa e demorada.

    A inteligência artificial foi treinada com milhares de sequências de DNA humano, possibilitando que a plataforma CODA identificasse padrões que seriam quase impossíveis de se descobrir manualmente. Isso acelerou o processo de desenvolvimento de novos CREs sintéticos. Para testar a eficácia do método, os cientistas realizaram experimentos com peixes-zebra e camundongos, conseguindo ativar proteínas específicas em órgãos como o fígado de maneira controlada.

    Na prática, os CREs ajudam a determinar quais genes são ativados em diferentes partes do corpo. Por exemplo, eles garantem que os genes necessários no cérebro não sejam ativados nas células da pele ou que genes importantes durante o desenvolvimento não sejam expressos em adultos.

    ++ Alexandre Kalil vira réu por improbidade administrativa em Belo Horizonte

    A IA também foi aplicada em células humanas, prevendo com precisão a atividade de genes em três tipos específicos de células: do sangue, fígado e cérebro. Através da análise dessas previsões, novos padrões de DNA foram descobertos, permitindo uma atuação mais eficaz dos CREs.

    Os autores da pesquisa destacaram a importância da IA nesse avanço, afirmando que ela pode servir como base para aprimorar terapias genéticas no futuro. “Este trabalho estabelece uma estrutura que pode ser um catalisador valioso para melhorar a especificidade das terapias genéticas”, escreveram os cientistas, destacando o potencial dessa inovação para transformar o tratamento de diversas condições de saúde.

    Não deixe de nos seguir no Instagram para mais notícias da Pardal Tech

    Share
    Facebook
    Twitter
    Pinterest
    WhatsApp
      Previous article
      Lula adianta volta ao Brasil e não deve votar no domingo
      Next article
      Apple divulga esboço da parceria com a OpenAI
      - Advertisement -spot_img
      - Advertisement -spot_img

      Últimas notícias

      Bebê nasce com 710 gramas, enfrenta 135 dias na UTI e finalmente pode ir para casa

      setembro 15, 2026

      Brasileira recém-casada morre após acidente de barco em Veneza

      setembro 15, 2026

      Mãe leva filha de 5 anos para exame nos olhos e descobre tumor cerebral: “Pior sensação do mundo”

      setembro 15, 2026

      Oito anos após perder os quatro membros, mulher recebe mão de doadora e recupera movimentos

      setembro 15, 2026

      Coisas que você acha normais, mas que podem te matar em segundos

      setembro 14, 2026
      LogoPardal TechNegócios & Tecnologia

      © Pardal Tech 2025. Todos os direitos reservados.

      Instagram
      Mail
      Website

      Powered by Pardal Tech | Software House Ágil

      Quem somos

      • Sobre nós
      • Termos de uso
      • Política de Privacidade

      Parceiros

      • JETSS ENTRETENIMENTO
      • MICROSOFT
      • BOSSA NEWS

      Escolhas do editor

      Google libera apps de bets e jogo do tigrinho

      julho 16, 2025

      Após mais de um século, corpo incorrupto de Santa Teresa de Ávila volta a ser exposto na Espanha

      maio 12, 2025