Nessa semana, o Governo Federal, através de seu presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lançou um novo programa de estímulo à produção de arroz, destinado a pequenos e médios produtores. Com investimento de R$ 1 bilhão, ele busca garantir a compra de até 500 mil toneladas do grão, fortalecendo a produção nacional e formando estoques estratégicos.
A iniciativa inclui contratos de opção para médios e grandes produtores, que asseguram a compra da produção a preços pré-estabelecidos pelo governo. A ação tem o objetivo de mitigar as perdas causadas por secas e enchentes que afetaram a produção no Sul do país em 2023 e 2024, além de promover a diversidade regional e o fortalecimento da agricultura familiar.
++Cimed fecha parceria com Hello Kitty e promove mais um acerto entre tantos da marca esse ano
“São 29 iniciativas e 92 ações estratégicas para criar um sistema de abastecimento inclusivo e estruturado que garanta o direito à alimentação e a soberania alimentar desde a produção até chegar no prato”, destaca o ministro Paulo Teixeira.
Para os pequenos agricultores, o programa “Arroz da Gente” oferece crédito com juros reduzidos, assistência técnica e apoio para a adoção de tecnologias locais.
O lançamento do programa também ocorre como parte do Plano Nacional de Abastecimento Alimentar (Planaab), uma série de iniciativas que visam garantir a segurança alimentar no Brasil.
O presidente Lula destacou o compromisso de tirar o país novamente do Mapa da Fome até 2026, após o Brasil ter saído e retornado ao relatório da ONU nos últimos anos.
“Quando nós voltamos já tinha 33 milhões de pessoas passando fome outra vez. Nós já tiramos, em um 1 ano e 10 meses de governo, 24,5 milhões de pessoas do Mapa da Fome outra vez, e a nossa ideia é tirar todos da fome até terminar o mandato”, disse.
++Qual é a nova rede social chinesa que pode revolucionar o mercado?
Além do incentivo à produção de arroz, o governo também lançou o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), que busca fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e promover a inclusão de grupos sociais vulneráveis na agricultura familiar.
O programa prevê R$ 6 bilhões em crédito para apoiar a produção orgânica e agroecológica, além de iniciativas voltadas para a substituição de agrotóxicos perigosos por alternativas biológicas.
“Uma produção que não envenene a terra, a água, as pessoas, que dialogue com a natureza e com a nossa preciosa biodiversidade, que produz alimentos para o bem viver de maneira compartilhada, que permita que todas as pessoas sem distinção de raça, de cor, de gênero e de renda possam usufruir de comida boa e barata”, pontua a presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Elisabetta Recine.
Não deixe de nos seguir no Instagram para mais notícias da Pardal Tech



